O município de Raposa, com sua forte tradição na pesca artesanal e potencial turístico em franca expansão, foi contemplado nesta terça-feira (31) com um pacote de importantes obras de infraestrutura urbana autorizado pelo Governo do Estado. Representando o governador Carlos Brandão, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, assinou ordens de serviço que preveem investimentos em requalificação de espaços públicos, mobilidade e fortalecimento da economia local.
Durante a agenda, foram autorizadas intervenções estratégicas que incluem a requalificação do Cais da Raposa, urbanização do Complexo do Porto do Braga, a revitalização da Praça Chico Noca e pavimentação asfáltica de ruas. As obras fazem parte de um conjunto de ações estruturantes voltadas à revitalização de espaços públicos, estímulo ao turismo, à economia e à organização urbanística do município, consolidando Raposa como um importante polo turístico do estado.
A requalificação do Cais da Raposa tem como objetivo revitalizar um dos principais pontos turísticos e econômicos da cidade. O projeto prevê a recuperação estrutural do cais, implantação de áreas de lazer, construção de quadra esportiva, instalação de playground, academia ao ar livre, criação de estacionamento, além de urbanização da orla com paisagismo, iluminação e melhorias na infraestrutura urbana.
O secretário Orleans Brandão destacou o caráter estruturante das obras para o município. “Serão obras dignas da importância de Raposa para o Maranhão. A cidade precisa de ações como estas para fomentar principalmente o turismo, que já é muito forte aqui. Por isso, estamos garantindo investimentos que vão além da infraestrutura física. São iniciativas que fortalecem a economia local, especialmente as atividades ligadas à pesca e ao turismo, além de promover melhores condições de vida para a população”, afirmou.
Modernização
O Complexo do Porto do Braga também receberá investimento de R$ 1,4 milhão para requalificação urbanística do espaço. Entre as intervenções que vão ser realizadas estão a recuperação do pavimento, a implantação de quadras poliesportiva e de areia, paisagismo, iluminação e instalação de mobiliário urbano, além de adequações de acessibilidade, ampliando as opções de lazer e convivência para a população.
Já a Praça Chico Noca passará por um processo de modernização com a recuperação do piso, implantação de nova iluminação pública, paisagismo, construção de pergolado, melhorias de acessibilidade e instalação de mobiliário urbano, proporcionando um ambiente mais adequado para lazer e convivência social.
Outro destaque foi a assinatura da ordem de serviço para implantação de aproximadamente oito quilômetros de pavimentação asfáltica em vias urbanas, medida que deve melhorar a mobilidade urbana e a qualidade de vida dos moradores.
O prefeito de Raposa, Eudes Barros, também ressaltou o impacto positivo das obras e a parceria com o governo em benefício da cidade. “Quando município e governo andam de mãos dadas quem ganha é o povo. O governador Brandão abriu as portas para Raposa e agora nós estamos vendo o resultado, com o anúncio dessas intervenções que eram muito aguardadas pela nossa população e que vão transformar espaços importantes da nossa cidade”, declarou.
A nova pesquisa da Econométrica joga luz sobre um movimento que já vinha sendo comentado nos bastidores: Orleans Brandão deixou de ser promessa e virou problema real para Eduardo Braide. No cenário estimulado, o secretário aparece com 39,1%, abrindo vantagem sobre o prefeito da capital, que fica nos 32,5%.
O detalhe que mais incomoda aliados de Braide não é só o número em si, mas o timing. O crescimento de Orleans vem logo após o ato no Multicenter Sebrae, que mostrou musculatura política e presença no interior, exatamente onde Braide patina. A leitura interna é direta: enquanto um entrou oficialmente no jogo e cresceu, o outro segue em compasso de espera, vendo seu adversário abrir vantagem.
Nos cruzamentos políticos, o sinal é ainda mais claro. Orleans já está em vantagem na espontânea e, quando o eleitor é provocado, dispara na frente. Traduzindo: tem potencial de crescimento e começa a ocupar o espaço dos indecisos, aquele mesmo terreno que Braide contava como reserva estratégica.
Em resumo, a pesquisa expõe duas trajetórias opostas: Orleans em curva ascendente, surfando o efeito do lançamento e da articulação política; Braide, por enquanto, estacionado, e correndo o risco de ver a eleição começar antes mesmo de decidir se entra de fato nela. Nos bastidores, já tem gente dizendo que o jogo virou. E não foi pouco.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 a 21 de março de 2026, com 1556 eleitores em 60 municípios do Maranhão. Encomendado pelo Jornal Pequeno, o levantamento possui margem de erro de aproximadamente 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MA-06947/2026.
A pergunta no título desta matéria ficou famosa por causa do seriado mexicano Chapolin Colorado, exibido durante muitos anos no Brasil pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). Criado e estrelado pelo ator e escritor Roberto Gómez Bolaños, a série parodiava os heróis norte-americanos e fazia constantemente críticas sociais em relação à América Latina. Personagens da trama sempre pronunciavam a pergunta cada vez que um perigo iminente as ameaçava. Em resposta, o disposto e atrapalhado protagonista sempre aparecia gritando: “Eu, o Chapolin Colorado.”
Parece brincadeira, mas não é. Esta é exatamente a pergunta mais apropriada para as 700 mil pessoas que utilizam diariamente o transporte público na capital: E agora, quem poderá nos ajudar?
Segundo dados do próprio sistema de transporte e órgãos oficiais, cerca de 600 mil a 700 mil pessoas dependem diariamente dos ônibus. É praticamente a metade da cidade dependendo de um serviço que, hoje, não dá conta.
E o que se vê? Paradas lotadas, ônibus sumindo das linhas, trabalhadores chegando atrasados, gente ficando no meio do caminho sem saber como voltar pra casa.
De um lado, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís aponta falta de repasses e diz que não consegue manter o sistema funcionando. Do outro, a Prefeitura de São Luís, Braide, afirma que tem feito pagamentos e tenta jogar a responsabilidade para as empresas.
No meio disso tudo, entra a Justiça, com decisões, reuniões, audiências… mas o problema continua. E no meio desse jogo de empurra? A população.
Quem precisa acordar cedo não quer saber de reunião, vídeo no instagram e nota oficial ou decisão judicial. Quer chegar no trabalho. Quer voltar pra casa. Quer o básico funcionando.
Mas hoje, a sensação é outra, ninguém resolve. O sistema parece travado, as empresas param, a prefeitura não resolve, a Justiça tenta mediar… e a cidade vai ficando à deriva.
E agora, no meio desse caos no transporte, quem assumirá para os usuários o papel do Chapolin Colorado? Quem poderá nos ajudar? Quem vai aparecer pra resolver de verdade? Porque até agora, ninguém. Nem prefeitura, nem empresas, nem decisões da Justiça conseguiram dar uma resposta que funcione na prática.
E no meio de tudo isso, a sensação que fica é que a “astúcia” do prefeito Eduardo Braide parece funcionar melhor nas redes sociais do que na vida real. Enquanto no Instagram tudo parece resolvido, organizado e sob controle, nas ruas a população enfrenta ônibus parados, demora e abandono. Porque governar cidade não é postar, é resolver.
E aí a pergunta volta, mais atual do que nunca: E agora, quem poderá nos ajudar?
Porque, do jeito que está, o transporte de São Luís não é só um problema. Já virou data oficial no calendário dos ludovicenses.
Prefeito some e deixa cidade largada… o que tá por trás dessa viagem?
Paço do Lumiar, a sexta maior cidade do estado, encontra-se sem comando efetivo desde da última quinta-feira, o prefeito Fred Campos partiu para a Califórnia, nos Estados Unidos. Até aí, tudo bem, qualquer gestor pode ter agenda fora. O problema é o timing.
Segundo fontes próximas à gestão, o retorno só deve acontecer na próxima semana. Até lá, decisões importantes ficam nas mãos de terceiros, enquanto o chefe do Executivo está do outro lado do mundo.
E aí começam as perguntas que o povo já tá fazendo, por que sair agora? O que motivou essa viagem nesse momento? É só compromisso pessoal mesmo ou tem algo mais por trás? Será que existe alguma preocupação com o que vem acontecendo no estado? Alguma operação, diante do que vem acontecendo no estado?
Na política, ninguém faz movimento à toa. E quando o prefeito some em uacelera o desenvolvimentom momento sensível, isso fala por si só.
Asfalto que sumiu, mas o dinheiro apareceu…
A denúncia que caiu nas mãos da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União pode se transformar em um dos casos mais graves recentes envolvendo recursos públicos na Região Metropolitana.
O alvo é a gestão do prefeito Dr. Julinho, acusado de possíveis irregularidades na execução de uma obra de pavimentação milionária.
O valor chama atenção: R$ 5.792.182,90. Dinheiro federal, oriundo de convênio com o Ministério das Cidades, que deveria ter sido usado para asfaltar 3,1 quilômetros de vias na região do Parque Vitória.
A ordem de serviço foi assinada em junho de 2024, com prazo de quatro meses para conclusão. A empresa responsável pelo contrato foi a Horus Engenharia Ltda.
Ou seja, a obra deveria estar pronta ainda em 2024.
Mas a realidade encontrada pelos moradores é completamente diferente.
Na Rua Elinaldo Santos, no Parque Jair, o cenário é de abandono total. Nada de asfalto, nada de drenagem, nada de obra. Apenas lama, poeira e revolta.
E o que mais chama atenção não é só a ausência da obra, mas os números oficiais.
Dados do sistema TransferGov apontam que aproximadamente R$ 5.399.012,61 já foram pagos, o equivalente a mais de 93% do valor total.
Na prática, quase todo o dinheiro já saiu.
A prefeitura, em resposta a questionamentos, afirmou que mais de 1,5 km de pavimentação e drenagem superficial teriam sido executados. Só que moradores contestam essa informação e dizem que não há qualquer sinal desse serviço nas áreas citadas.
A denúncia foi protocolada por um vereador e acompanha fotos e vídeos que mostram ruas completamente sem intervenção.
O caso agora levanta uma suspeita que incomoda: como uma obra quase totalmente paga simplesmente não aparece?
Se confirmado, o cenário pode configurar não só má gestão, mas uso irregular de recursos públicos federais.
Enquanto isso, quem mora na região segue enfrentando o velho problema de sempre, convivendo com promessas que nunca saem do papel.
O avião caiu… e a rota pode estar mais perto do que imaginam
Uma sequência de fatos recentes começa a montar um quebra-cabeça preocupante na Região Metropolitana de São Luís, com indícios que vão muito além de casos isolados.
Tudo começa com a apreensão de uma aeronave de pequeno porte, prefixo PT-KRE, carregada com cerca de 515 quilos de cocaína, avaliada em aproximadamente R$ 26 milhões.
O avião saiu da Bolívia com destino à capital maranhense, mas acabou fazendo um pouso forçado no município de João Lisboa, no interior do estado, após enfrentar condições climáticas adversas.
A partir dessa apreensão, surgiram suspeitas sobre qual seria o destino final da aeronave.
E é aí que entra um ponto que chamou atenção das autoridades: um aeroporto localizado em Paço do Lumiar, mais precisamente na região da Maioba do Mocajituba.
Diferente do aeroporto internacional de São Luís, que conta com fiscalização constante da Agência Nacional de Aviação Civil e da Polícia Federal, o aeródromo luminense não possui o mesmo nível de controle, principalmente durante a noite.
Essa ausência de fiscalização rigorosa levanta uma preocupação óbvia: o local poderia estar sendo utilizado como rota alternativa para entrada de drogas.
E as coincidências não param por aí.
Menos de um mês depois, uma operação nacional coordenada pela Polícia Federal e pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado resultou na prisão de um homem identificado como Robson Garcia dos Santos, conhecido como “Robgol”.
Ele foi preso em um condomínio no Araçagy e, segundo as investigações, trabalhava como supervisor de uma rede de postos de combustíveis ligada a um prefeito da Região Metropolitana.
Durante a ação, foram apreendidos celular e veículo da empresa, o que pode ajudar a aprofundar as investigações.
E não para por aí.
Em novembro de 2025, outra grande apreensão chamou atenção, cerca de meia tonelada de maconha foi encontrada dentro de duas caminhonetes em uma residência no conjunto La Belle Park, no Maiobão.
Três pessoas foram presas na ocasião.
Quando se junta tudo, começa a surgir um padrão.
A região de Paço do Lumiar, especialmente áreas próximas ao aeroporto e bairros como Maiobão e Mocajituba, tem aparecido com frequência em operações ligadas ao tráfico.
O que antes poderia ser visto como coincidência, agora levanta uma suspeita mais séria.
Será que existe uma rota estruturada funcionando na região?
E mais, quem está por trás disso tudo?
Por enquanto, as investigações seguem, mas uma coisa já é certa, o alerta está aceso.
E dessa vez, bem perto da capital.
Telefone mudo, porta fechada e jogo virado… bastidores pegando fogo
Os bastidores da política maranhense estão em ebulição e o clima é de rompimento nos bastidores de uma das principais articulações para 2026.
De um lado, o prefeito Eduardo Braide. Do outro, o comando nacional do PSD, liderado por Gilberto Kassab. No meio disso tudo, a senadora Eliziane Gama.
Segundo informações de bastidores, a decisão de tirar a senadora da disputa ao Senado já teria sido tomada.
E não foi algo simples ou amigável.
Relatos apontam que Eliziane tentou contato diversas vezes, mas encontrou portas fechadas. Ligações não atendidas e silêncio marcaram o início do desgaste.
Quando finalmente conseguiu falar, o recado teria sido direto, não há espaço na chapa.
A alternativa apresentada foi considerada um rebaixamento político, disputar uma vaga menor.
A resposta veio à altura. A senadora teria deixado claro que não aceita recuar e que prefere sair da política a aceitar esse cenário.
Nos bastidores, o clima é de traição, ingratidão e disputa de poder.
O que antes era aliança, agora virou jogo pesado.
E como sempre, a política mostra que ninguém é insubstituível quando o interesse muda.
Quando a obra sai, a cidade muda… e isso ninguém pode negar
Em meio a tantas críticas à gestão pública, uma entrega recente chamou atenção de forma positiva na Grande Ilha.
O governador Carlos Brandão inaugurou a segunda etapa da Avenida Metropolitana, uma obra que promete mudar a dinâmica do trânsito e da mobilidade urbana na região.
Essa nova fase interliga trechos importantes, conectando bairros e facilitando o deslocamento entre municípios como São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar.
São mais de 4 quilômetros entregues agora, dentro de um projeto maior que deve chegar a cerca de 40 km de extensão.
Na prática, o impacto já começa a ser sentido. Motoristas relatam redução no tempo de viagem, menos engarrafamento em vias tradicionais e mais opções de acesso.
A estrutura da avenida também chama atenção: pistas largas, ciclovia, iluminação em LED, calçadas acessíveis e urbanização ao redor.
Além da mobilidade, a obra também mexe com a economia local. Áreas antes esquecidas começam a ganhar valorização, comércio se movimenta e novas oportunidades aparecem.
Claro, ainda há muito a ser feito, mas esse tipo de entrega mostra um ponto importante: quando há execução, o resultado aparece rápido na vida das pessoas.
Nem dentro da Câmara tá seguro mais…
Um episódio grave acendeu o alerta sobre a segurança dentro do próprio poder legislativo municipal no interior do Maranhão.
O vereador Marcelo Eduardo Pires denunciou publicamente que foi ameaçado de morte dentro da Câmara Municipal de Timbiras.
Segundo o relato, a ameaça teria sido feita por André Lucena, pessoa ligada a um grupo político local.
O caso aconteceu durante o expediente, na presença de outras pessoas, o que torna a situação ainda mais preocupante.
De acordo com o vereador, ele já vinha sofrendo ameaças pelas redes sociais, mas dessa vez a situação ultrapassou todos os limites ao ocorrer dentro de um espaço institucional.
Mesmo diante do episódio, o parlamentar afirmou que não pretende recuar e que continuará exercendo seu mandato.
O caso levanta uma questão séria: se nem dentro da Câmara há segurança, o que sobra para o restante da população?
Até o momento, não houve posicionamento oficial por parte dos citados.
Ônibus sumiu, dinheiro também… alguém explica
O transporte público de São Luís vive mais um capítulo de crise, e dessa vez o cenário é de colapso anunciado.
Empresas como Expresso Rei de França e Expresso Grapiúna confirmaram a paralisação de parte das operações.
O motivo alegado é grave: falta de repasses financeiros por parte do poder público.
Na prática, o resultado é o de sempre. Paradas lotadas, trabalhadores prejudicados e uma cidade travando logo no início da semana.
E aí vem a pergunta que ecoa nas ruas, e o subsídio milionário que foi pago ao sistema?
Para onde foi esse dinheiro?
Quem recebeu e não repassou?
Sob a gestão do prefeito Eduardo Braide, o transporte público se tornou um dos maiores problemas da cidade.
A população, que já paga caro pela passagem, agora paga também com atraso, estresse e incerteza.
Enquanto isso, ninguém assume a responsabilidade.
E no fim das contas, quem mais precisa é quem mais sofre.
O Governo do Estado realizou um sonho de décadas da população de São Félix de Balsas ao construir a ponte sobre o Rio Balsas. A obra foi inaugurada neste sábado (28) pelo governador Carlos Brandão, acompanhado do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, e do prefeito Heider Nunes, em mais uma agenda municipalista no interior do Maranhão.
“Nunca se fez tanto em tão pouco tempo, pois em todos os 217 municípios maranhenses há obras do Governo do Estado, muitas delas tidas como impossíveis. Hoje é um dia histórico, pois entregamos mais que uma ponte que tira a cidade do isolamento: liga São Félix de Balsas ao futuro, ao progresso, ao desenvolvimento. E ainda há muitas parcerias que vão trazer melhores condições de vida para a população”, enfatizou Orleans Brandão.
A ponte sobre o Rio Balsas tem 195 metros de extensão e era aguardada há mais de quatro décadas, pois até agora a travessia para as cidades vizinhas de Balsas, Sambaíba, Loreto e Benedito Leite só era possível por meio de balsa, em horários limitados. A obra garante acesso terrestre aos demais municípios, favorece o escoamento da produção agrícola e fortalece a economia regional, além de facilitar o acesso a serviços de saúde e educação.
Ao agradecer pela construção da ponte e também pela implantação do Viva Procon e dos sistemas simplificados de abastecimento d’água dos bairros Três Poderes e Alexandre Costa – também inaugurados neste sábado, o prefeito Heider Nunes lembrou que a parceria com o Governo do Estado trará outros benefícios, como as duas Areninhas Esportivas e a Praça da Matriz, que estão em construção, e os outros investimentos autorizados pelo governador. “São Félix de Balsas nunca teve tantas obras ao mesmo tempo”, ressaltou ele.
Outras obras A agenda em São Félix de Balsas incluiu a inauguração do Viva Procon, que oferecerá serviços de cidadania e defesa do consumidor, como emissão de documentos e atendimentos do Detran, Procon e Balcão do Cidadão. O governador assinou ordens de serviço para implantação de portal na cidade, e reformas da Praça da Família e do Hospital Municipal
Também foi anunciada a entrega de ambulância, viatura policial, veículos no âmbito do Programa Coopera Maranhão, para reforçar as ações municipais de educação e assistência social, e duas patrulhas mecanizadas para auxiliar o trabalho dos agricultores da região.
“Estamos fazendo a maior obra de mobilidade urbana da história do Maranhão, e não apenas retornos”, afirmou o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, durante a entrega da segunda etapa da Avenida Metropolitana, feita pelo governador Carlos Brandão, neste sábado (29), em São Luís.
A nova etapa da via representa um avanço significativo na infraestrutura viária da Grande Ilha, ampliando a capacidade de circulação e criando novas alternativas de deslocamento para moradores da capital e de municípios da ilha.
Durante o evento, Orleans Brandão reforçou a grandiosidade da Avenida Metropolitana e os benefícios diretos para a população.
“Estamos concluindo mais uma etapa dessa obra que estava no rol das consideradas obras impossíveis, que ninguém tirava do papel, e que agora está sendo concretizada por um homem obstinado que é o governador Brandão. Com a Metropolitana, estamos garantindo maior fluidez ao trânsito, reduzindo o tempo de deslocamento e levando mais qualidade de vida para quem utiliza essas vias todos os dias”, ressaltou Orleans.
Eixo de Integração
Com 4,36 quilômetros de extensão, o novo trecho conecta o Conjunto São Raimundo ao retorno da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), consolidando um importante eixo de integração urbana. A avenida foi projetada com seis pistas de rolamento, ciclovia, calçadas acessíveis, canteiro central estruturado e iluminação pública moderna.
Com infraestrutura moderna e planejamento estratégico para dar fluidez ao trânsito, a Avenida Metropolitana é um dos principais investimentos em mobilidade urbana da capital maranhense.
As intervenções visam ainda solucionar os gargalos históricos da mobilidade urbana nos trechos abrangidos, além de criar rotas alternativas aos corredores já saturados e reorganizar o fluxo viário da Grande Ilha.
O governador Carlos Brandão destacou o caráter estratégico do investimento para o crescimento da capital. “Esse é um investimento que acompanha a expansão de São Luís. A cidade cresceu muito e precisava de uma intervenção de grande porte como essa. Após concluída, a Metropolitana vai beneficiar mais de um milhão de moradores, abrangendo os quatros municípios da Grande Ilha. As pessoas vão conseguir trafegar com mais qualidade e chegar mais cedo em suas casas. Isso é qualidade de vida”, afirmou Brandão.
Impactos positivos
Além de melhorar a mobilidade urbana, a Avenida Metropolitana impacta diretamente a rotina de moradores de 50 bairros da região metropolitana, ajudando a desafogar vias já saturadas e fortalecendo a integração de São Luís com municípios de Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar.
A moradora da Cidade Olímpica, Meyere Márcia, considera a obra de suma importância, principalmente para quem vive o dia a dia naquele trecho da via, como os estudantes da UEMA e os milhares de moradores dos bairros que compõem a região, por exemplo. “Com essa interligação entre bairros feita pela Metropolitana, melhora muito a locomoção e impacta positivamente a vida de todos nós”, pontuou ela.
Além de garantir segurança e eficiência a motoristas, ciclistas e pedestres, a intervenção promove ainda impactos conômicos, uma vez que movimenta e estimula o comércio local e valoriza toda a região.
Informações de bastidores apontam que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, junto com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, teria batido o martelo para enterrar de vez a reeleição senadora Eliziane Gama ao Senado. Segundo fonte ouvida pelo SLZMA, a decisão veio após reunião em São Paulo, onde Braide teria apresentado dados mostrando resistência ao nome da parlamentar, o que pesou na posição final do partido.
Ainda de acordo com a apuração, a situação ficou ainda mais complicado. Kassab já não estaria atendendo as ligações da senadora, e Braide também por sua vez, tem evitado contato em um primeiro momento. Depois de inúmeras tentativas, quando finalmente atendeu, a proposta teria sido clara, oferecer uma vaga para disputar uma vaga para deputada estadual.
Confira o que foi repassado ao SLZMA
💬 Fonte: A senadora Eliziane Gama ligou após saber da decisão e tentou falar tanto com Eduardo Braide quanto com Gilberto Kassab, mas não foi atendida. Kassab já não estaria atendendo e Braide só falou depois de várias tentativas.
Fonte: Kassab, atendeu, “Fale com Braide“
Fonte: Quando atendeu, Braide teria sido direto: “Não vejo espaço para você na chapa ao Senado, diante do cenário e das pesquisas. O caminho seria disputar uma vaga de deputada estadual.”
Fonte: A resposta da senadora foi dura: “Eu sou senadora. Prefiro sair da política do que disputar vaga de deputada estadual.”, deixando claro que não aceita recuar.
Fonte: Eliziane ainda teria dito ao prefeito: “Quando você precisou de partido, o PSD não saía da minha casa. Agora querem me rifar.”
Fonte: Mesmo com o clima pesado, a senadora afirmou: “Vou estar nos eventos oficiais da prefeitura, porque sou senadora e tenho precedentes para participar e falar.”
Com um percentual de rejeição gigante entre evangélico se parte da esquerda, o que teria influenciado diretamente na decisão de tirá-la da chapa. Descartar Eliziane ainda na pré-campanha é um ato de grande covadia. O clima é de ingratidão e disputa por espaço nos bastidores da eleição de 2026.
O Ministério Público do Maranhão abriu um procedimento administrativo para acompanhar a negociação de um acordo envolvendo a Construtora Castelucci Eireli e a prefeitura de Presidente Juscelino. O caso está ligado a uma Ação Civil Pública que apura possíveis irregularidades na execução de contrato público.
A investigação envolve um contrato voltado para recuperação e reforço estrutural de uma ponte de concreto no povoado Sangrador, firmado em janeiro de 2022, no valor de R$ 32.714,40. Segundo o MP, a própria empresa demonstrou interesse em firmar um Acordo de Não Persecução Civil, que pode encerrar o processo sem continuidade na Justiça, desde que haja devolução de possíveis prejuízos e aplicação de sanções.
O documento aponta que já houve reunião preliminar para tratar do acordo, incluindo discussão sobre ressarcimento e multa. Outros envolvidos também foram notificados e têm prazo para se manifestar, enquanto o município foi acionado para dizer se aceita a proposta, podendo inclusive receber eventual compensação em forma de serviços ou bens para a população.
A apuração também indica que a empresa mantém outros contratos com a gestão municipal, como obras em escola e recuperação de estradas vicinais, o que aumenta a atenção sobre o caso.
Se não houver acordo entre as partes, a ação segue normalmente na Justiça. O Ministério Público continua acompanhando a situação.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tuntum (SINDSERT), Leno Carlos, trouxe à tona uma denúncia que já vinha sendo comentada nos bastidores, mas que agora ganhou força. Em um grupo de WhatsApp dos servidores, ele afirmou que a gestão municipal estaria deixando de informar o vínculo de trabalhadores e, mais grave, não estaria repassando as contribuições previdenciárias à Receita Federal.
Segundo Leno Carlos, a situação fica ainda mais preocupante porque muitos servidores não estão conseguindo acessar os informes de rendimento de 2025. Para ele, isso acontece porque esses dados simplesmente não estariam sendo registrados corretamente.
Na prática, o que está em jogo é o dinheiro descontado todo mês do salário do servidor. Esse valor deveria ser repassado ao INSS, já que a prefeitura funciona apenas como intermediária. Mas, de acordo com a denúncia, esse repasse não estaria sendo feito, e o recurso estaria sendo usado para outros fins.
Além disso, há suspeita que o município também não estaria pagando a parte que lhe cabe como empregador, o que agrava ainda mais a situação. Caso isso se confirme, os servidores podem ter prejuízos sérios no futuro, como problemas para se aposentar ou acessar benefícios.
Diante disso, fica a cobrança, a prefeitura precisa explicar o que está acontecendo e dar uma resposta clara aos servidores. Afinal, o dinheiro é do trabalhador, e o risco pode cair direto no futuro de quem depende da aposentadoria.
O Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, ingressou, no último dia 20, com uma Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra oito pessoas e duas empresas. São eles, o prefeito de João Carlos Teixeira da Silva, a deputada estadual Edna Santos Silva e outros envolvidos, apontando a existência de um esquema organizado dentro da prefeitura de Buriticupu. Também são citados Afonso Barros Batista, Vandecleber Freitas Silva, Chrystiane Piancó Lima, Áurea Cristina Costa Flor, Eurandino Valero Martins e Antonio Leandro Lima do Nascimento, além dos empresários Antonio Pereira da Silva e Izaque Gomes Araújo, e dos operadores financeiros Joseli de Souza Pereira e Sérgio Soares de Amorim. O prejuízo passa de R$ 3,3 milhões.
De acordo com a ação, o esquema teria sido montado a partir de um pregão para compra de alimentos da merenda escolar. O processo, segundo o MP, foi cheio de falhas, sem transparência e com regras que dificultavam a concorrência, favorecendo diretamente a empresa A. Pereira da Silva Ltda., que mesmo sem estrutura, funcionários ou veículos, acabou fechando contratos milionários. A empresa chegou a receber mais de R$ 3,3 milhões, com itens superfaturados em até 70%, como arroz e outros produtos básicos.
As investigações também apontam que o dinheiro pago à empresa não parava por ali. Parte dos valores voltava por meio de transferências para contas de agentes públicos, incluindo prefeito, deputada e secretários, numa tentativa de dificultar o rastreamento. Segundo o MP, esse dinheiro era distribuído para manter apoio político, silêncio e funcionamento do esquema.
Outro ponto que chama atenção é o papel de outras empresas e operadores financeiros, que ajudariam a circular os valores. Há casos de movimentações milionárias incompatíveis com a renda declarada, incluindo saques em dinheiro vivo e transferências em sequência no mesmo dia.
Diante disso, o Ministério Público pede a condenação dos envolvidos, com devolução do dinheiro, perda de cargos, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos e proibição de contratar com o poder público. O caso agora segue na Justiça e pode ter novos desdobramentos.
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa vai aprofundar investigação sobre denúncias feitas pelo Ministério Público Estadual que resultaram em pedido de afastamento cautelar do vice-governador Felipe Camarão (PT) e que já tramita no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). A Mesa Diretora da Alema aguarda a indicação pelos líderes de blocos dos nomes dos 7 membros para seguir com a devida instalação da comissão.
Em fala enérgica durante a sessão desta quarta-feira (25), o deputado Dr Yglésio (PRTB), autor do Requerimento nº 089/2026, que solicita a CPI, fez a defesa da instalação e ressaltou que os comunistas oposicionistas são contra a apuração da Alema por acharem que seus aliados, caso do vice-governador, são “investigáveis” e “acima do bem e do mal”, mas que são contraditórios ao apoiar desmandos de poderes supremos em Brasília.
“Esta CPI vai acontecer e a verdade vai aparecer, e a lamúria de vocês, que é assentada pelos princípios do interesse próprio e da sobrevivência política, essas vontades vão perecer”, afirmou.
No Requerimento, Dr. Yglésio destaca que, de acordo com fatos que constam do Procedimento Investigatório Criminal nº 025065-750/2025, instaurado pelo MPMA e atualmente em tramitação no TJ/MA, haveria indícios de movimentações financeiras consideradas atípicas, com supostos repasses de valores a terceiros e a pessoas vinculadas ao atual vice-governador, com possível utilização de servidores públicos, bem como da estrutura administrativa da Vice-Governadoria, da Secretaria de Estado da Educação, órgão anteriormente dirigido por Camarão.
Legitimidade A deputada Mical Damasceno (PSD) parabenizou os deputados que assinaram o pedido para a instalação da CPI, fez referência a caso de misoginia praticado contra ela pelo vice-governador e ressaltou o papel do Parlamento. “Não é ato de perseguição, é instrumento legítimo do Poder Legislativo previsto para momentos como esse, quando existem fatos graves que precisam ser esclarecidos”, observou.
Ricardo Arruda (MDB) ressaltou a constante instabilidade criada pelos comunistas em relação ao governo, com ameaças de cassação, inclusive com datas para o afastamento do governador, e saiu em defesa da investigação dos fatos apontados pelo MPMA. “Esta Casa vai fazer uma apuração isenta e com serenidade, prestando contas ao povo”, disse.
Através de um vídeo publicado nas suas redes sociais, o vereador Marcelo Eduardo Pires, denunciou intimidações e ameaças de morte que, segundo ele, foi dentro da Câmara Municipal de Timbiras. O caso teria ocorrido durante o expediente legislativo, na presença de outras pessoas que acompanhavam a sessão.
Segundo o vereador, quem fez a ameaça foi André Lucena, que ele aponta como cunhado do ex-prefeito Doutor Antônio Borba e também assessor do atual prefeito Paulo Vinícius, além de ter atuação política ligada ao grupo da antiga gestão.
Ainda de acordo com o relato, tudo aconteceu logo após o encerramento do primeiro expediente da sessão. O parlamentar contou que foi até a cantina e, quando voltou ao plenário, foi surpreendido. “Ele simplesmente me ameaçou, dizendo que vai me dar um tiro”, disse.
O vereador afirmou que já vinha sendo alvo de ameaças há algum tempo, principalmente pelas redes sociais, mas deixou claro que esse episódio foi mais grave por ter ocorrido dentro da própria Câmara. “Essa foi bem séria”, destacou.
Mesmo assim, ele garantiu que não pretende recuar. “Não vai ser ameaça alguma que vai me intimidar diante do trabalho que estamos fazendo”, afirmou, dizendo ainda que espera que as autoridades tomem providências e investiguem o caso.
A situação acende um alerta sobre a segurança de quem exerce mandato dentro do Legislativo municipal no interior do Maranhão. Até agora, não houve posicionamento oficial do citado.