Após ação da PF e pesquisa desfavorável, reeleição de Weverton ao Senado já começa a despencar

A situação do senador Weverton Rocha começou 2026 ladeira abaixo. Depois de virar alvo de busca e apreensão da Polícia Federal em operação que apura descontos ilegais no INSS, o pedetista já sente o peso político do desgaste. Pesquisa divulgada pelo Instituto EPO escancara o momento ruim: se a eleição fosse hoje, Weverton amargaria um constrangedor quinto lugar, com apenas 9,6% das intenções de voto.

O levantamento, feito com 16.768 eleitores em 199 cidades do Maranhão, mostra que o senador foi ultrapassado por praticamente todos os nomes mais competitivos. O governador Carlos Brandão lidera com 24,2%, seguido por Roberto Rocha (15,3%), André Fufuca (10%) e Eliziane Gama (9,8%). Weverton aparece logo atrás, embolado e distante do protagonismo que já teve.

O recado das ruas é direto, a combinação de investigação da PF com perda de apoio eleitoral acendeu o alerta máximo. A reeleição, que antes era tratada como caminho natural, agora virou um cenário de risco real, com o senador vendo seu capital político escorrer pelos dedos. A pesquisa foi realizada entre 17 e 29 de dezembro, com margem de erro de 0,8 ponto percentual e nível de confiança de 95%.

Troca de tiros entre PMs no Réveillon expõe falhas graves, novas versões surgem e SSP segue em silêncio

A morte do policial militar Maykon da Silva, de 37 anos, e o ferimento de outro PM durante uma troca de tiros na Avenida Litorânea, em São Luís, na saída do Réveillon, escancararam mais um episódio preocupante da segurança pública no Maranhão. Até agora, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) não veio a público esclarecer, de forma clara e objetiva, o que de fato aconteceu.

O caso ocorreu por volta das 3h30 da madrugada do dia 1º de janeiro, em um dos pontos mais movimentados da capital, próximo ao palco principal da festa. Dois policiais militares, ambos de folga segundo a versão oficial, se envolveram em uma confusão que terminou em tiros, morte, prisão e turistas feridos.

Maykon da Silva, lotado no 21º BPM, morreu ainda no local. O outro policial, Patrick Machado Assunção, de 35 anos, do 6º BPM, foi atingido no abdômen, socorrido, permanece internado em estado estável, mas já teve a prisão em flagrante decretada e segue custodiado.

Além do policial morto, três pessoas inocentes foram atingidas, entre elas turistas do Pará, que estavam apenas participando da virada do ano. Isso levanta uma pergunta grave, onde estava o controle e o planejamento da segurança em um evento desse porte?

Testemunhas ouvidas por outros portais contestam versões iniciais que circularam. Segundo relatos, não houve assédio à esposa, como chegou a ser ventilado. O que teria provocado a confusão foi um ato considerado desrespeitoso, uma cuspida próxima ao outro policial. A situação escalou para empurrões e, em seguida, disparos.

Há ainda informações preocupantes que precisam ser esclarecidas pela SSP:
Patrick Machado estaria na escala de plantão, mas não teria se apresentado ao comando, optando por participar das festividades. Se isso for confirmado, o caso deixa de ser apenas uma tragédia e passa a ser também um grave problema disciplinar e de comando dentro da corporação.

As armas usadas no confronto, uma particular e outra da corporação, foram apreendidas. A Polícia Civil abriu inquérito, e a PM instaurou procedimento interno. Mas, até agora, faltam respostas públicas.

A SSP precisa explicar por que dois policiais armados se envolveram em uma confusão em meio a uma multidão, como um PM que deveria estar possivelmente escalado acabou fora do serviço, de que forma tiros puderam ser disparados em um local lotado sem qualquer ação preventiva eficaz e, sobretudo, quem falhou no controle, na disciplina e na segurança do evento.

Enquanto isso, famílias choram, um policial está morto, outro preso, civis foram feridos e a sensação é de que a segurança pública do Maranhão segue no improviso.

Silêncio, nesse caso, não é prudência.
É omissão.

A sociedade maranhense exige esclarecimentos imediatos.

Mudou o ano, mudaram as regras: aposentadoria fica mais distante em 2026

O Ano Novo de 2026 chega carregado de promessas, esperanças e resoluções pessoais, mas para milhões de brasileiros traz também um alerta frio e objetivo: aposentar-se ficou mais difícil. E não se trata de uma nova reforma da Previdência, nem de uma decisão recente do governo ou do Congresso. O que entra em vigor agora é, na prática, o avanço automático das regras de transição criadas pela reforma aprovada em 2019, que continua produzindo efeitos graduais e cumulativos sobre a vida do trabalhador brasileiro.

Não é nova reforma, é a conta chegando

A mudança que passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026 decorre diretamente da Emenda Constitucional nº 103, que redesenhou o sistema previdenciário. As regras foram programadas para “apertar” ano após ano, sem necessidade de nova votação ou debate político. Ou seja, o jogo já estava marcado, apenas chegamos a mais uma fase em que a linha de chegada é empurrada alguns metros à frente.

Na prática, quem não conseguiu se aposentar até o fim de 2025 terá de trabalhar mais, somar mais pontos ou alcançar uma idade maior para acessar o benefício pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social.

Idade mínima sobe de novo

A principal alteração em 2026 está na chamada idade mínima progressiva, que avança seis meses em relação ao ano anterior.

  • Mulheres: passam a precisar de 59 anos e 6 meses de idade, além de 30 anos de contribuição.
  • Homens: a exigência sobe para 64 anos e 6 meses, com 35 anos de contribuição.

Esse acréscimo semestral continuará até atingir o patamar definitivo estabelecido pela reforma: 62 anos para mulheres e 65 para homens. A mensagem é clara: a aposentadoria precoce virou peça de museu.

Regra de pontos: soma que nunca fecha

Outra regra bastante usada, a regra de pontos, também ficou mais rígida. Ela combina idade e tempo de contribuição numa conta que parece simples, mas que se torna cada vez mais difícil de fechar.
Em 2026, será necessário atingir:

  • 93 pontos para mulheres, com no mínimo 30 anos de contribuição;
  • 103 pontos para homens, com no mínimo 35 anos de contribuição.

É apenas um ponto a mais, dirão alguns. Mas esse ponto extra, ano após ano, funciona como um degrau que sobe lentamente, enquanto o trabalhador sobe ofegante atrás.

Pedágio continua, mas para poucos

As chamadas regras de pedágio, criadas para quem estava muito próximo da aposentadoria em 2019, permanecem inalteradas. O problema é que esse grupo está encolhendo rapidamente. Passados mais de seis anos da reforma, o pedágio hoje atende a um universo cada vez mais restrito de segurados, quase uma “classe em extinção” dentro do sistema previdenciário.

Valor do benefício não muda, e isso também é um problema

Se as regras de acesso ficaram mais duras, o cálculo do benefício permanece o mesmo: a média considera 100% das contribuições feitas ao longo da vida, sem descartar salários menores. Sobre essa média, aplica-se um percentual que cresce conforme o tempo de contribuição. O resultado, na maioria dos casos, é um benefício menor do que o trabalhador imaginava, mesmo após anos adicionais de trabalho.

Professores: exceção com prazo de validade

Os professores da educação básica continuam tendo regras diferenciadas, com redução de cinco anos nos requisitos, em reconhecimento à penosidade da profissão. Ainda assim, também sofrem o impacto do avanço progressivo. As exigências sobem ano após ano e só devem se estabilizar em 2033, quando a reforma atinge sua forma definitiva.

Planejamento deixa de ser opção

O recado de 2026 é direto e sem rodeios: não dá mais para improvisar aposentadoria. Quem está perto de pedir o benefício precisa revisar o CNIS, identificar falhas de contribuição, analisar períodos especiais e simular cenários. O planejamento previdenciário deixou de ser luxo e passou a ser questão de sobrevivência financeira.

No calendário, virou o ano. Na Previdência, o tempo corre mais rápido, e quase sempre contra o trabalhador.

Mesmo com ponte inaugurada, famílias seguem sem respostas após colapso da JK, revela Domingo Espetacular

Uma matéria exibida no último domingo (28) pelo Domingo Espetacular, da TV Record, mostrou em rede nacional o drama das famílias das três vítimas que seguem desaparecidas após o desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek.

Mesmo com a inauguração da nova ponte, no dia 22 de dezembro de 2025, a dor continua. Segundo a reportagem, os familiares ainda não conseguiram nem emitir a certidão de óbito, o que trava o acesso a direitos básicos e aprofunda o sofrimento de quem já perdeu demais.

Além disso, as famílias dizem que seguem sem respostas claras sobre o que causou o colapso da ponte e quem será responsabilizado pela tragédia. O sentimento relatado é de abandono, silêncio das autoridades e espera por justiça.

A reportagem volta a escancarar um problema velho conhecido no Brasil, obras inauguradas, discursos feitos, mas vítimas e familiares deixados para trás, sem respostas, sem apoio e sem respeito.

Reajuste define salário mínimo em R$ 1.621 a partir de janeiro 2026

O salário mínimo no Brasil passará a ser de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026, conforme decreto publicado no Diário Oficial da União.

O reajuste de 6,79% eleva o piso nacional, atualmente em R$ 1.518, e terá impacto direto sobre trabalhadores com carteira assinada, além de aposentados e pensionistas do INSS, beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e de programas sociais vinculados ao valor mínimo.

Apesar de entrar em vigor em janeiro, o pagamento com o novo valor começará a ser feito em fevereiro.

O cálculo do novo salário mínimo segue a política de valorização que considera a inflação medida pelo INPC e o crescimento do PIB de dois anos antes.

Para 2026, foram levados em conta o INPC acumulado até novembro de 2025, de 4,18%, e o crescimento do PIB de 2024, de 3,4%.

Pela fórmula, o valor poderia chegar a cerca de R$ 1.636, mas ficou em R$ 1.621 devido ao limite de ganho real de 2,5% acima da inflação, estabelecido por lei aprovada em dezembro de 2024, em consonância com o arcabouço fiscal.

Brandão anuncia novo reajuste das bolsas da Fapema, agora maiores que as da Capes e CNPq

O governo do Maranhão, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Maranhão (Fapema), anunciou para janeiro de 2026 novo reajuste no valor das bolsas pagas pela Fundação. Este é o segundo reajuste concedido pela atual gestão estadual. O investimento será de R$ 8,6 milhões em recursos para a valorização da pesquisa e da ciência no estado.

Dessa forma, o Maranhão passa a pagar bolsas com valores superiores aos pagos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A medida vai contemplar mais de dois mil pesquisadores maranhenses.

“O reajuste das bolsas da Fapema reafirma o compromisso do nosso governo com a valorização da pesquisa e de quem produz conhecimento em nosso estado. Essa medida integra uma política contínua de fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação. Hoje, o Maranhão é reconhecido como o terceiro estado que mais investe recursos próprios em tecnologia no Brasil. Só em 2024, foram quase R$ 65 milhões destinados para impulsionar a pesquisa, o desenvolvimento acadêmico e científico, ajudando a transformar o futuro”, destaca o governador Carlos Brandão.

Ao todo, serão reajustadas as bolsas em 10 modalidades: Mestrado (R$ 3.100), Doutorado (R$ 4.000), Doutorado no Exterior (R$ 6.000), Pós-doutorado no Exterior (R$ 8.500), Iniciação Científica (R$ 800), Iniciação Científica Júnior (R$ 350), PIBITI (R$ 800), PIBITI-Jr (R$ 350), Monitoria em Eventos (R$ 300) e Extensão (R$ 900).

Para o presidente da Fapema, Nordman Wall, o reajuste nos valores das bolsas é uma forma de valorizar o papel do pesquisador no desenvolvimento do estado. “Não existe pesquisa científica sem recursos, por isso, a Fapema vem fazendo um trabalho estratégico de gestão financeira que tem nos permitido aumentar os investimentos feitos em ciência, tecnologia e inovação no estado. Ao reajustarmos os valores das bolsas pagas aos pesquisadores estamos valorizando e incentivando o seu empenho, compromisso e trabalho em prol da ciência maranhense”, ressaltou.

Esta é a segunda vez que a Fapema reajusta os valores das bolsas na atual gestão. Em 2023, durante a abertura do Fórum Nacional Consecti & Confap, em São Luís, o governador Carlos Brandão anunciou que as bolsas pagas no estado passariam a se equiparar às bolsas do CNPq e Capes. Agora, com os novos valores pagos pela Fundação, os valores do estado passam a ser superiores.

O reajuste do valor das bolsas da Fapema representa um avanço significativo para a comunidade científica maranhense. A medida fortalece a permanência de estudantes e pesquisadores em seus projetos, valoriza o trabalho científico e contribui para melhores condições de estudo e produção de conhecimento. Além disso, reflete o compromisso do governo do Estado em reconhecer a importância estratégica da pesquisa para o desenvolvimento do Maranhão e para a melhoria da qualidade de vida da população, uma vez que os resultados científicos geram soluções que impactam diretamente diversos setores da sociedade.

Ao longo dos últimos anos, a Fapema consolidou-se como uma das mais atuantes fundações de amparo à pesquisa do país, ampliando editais, diversificando programas e alcançando todas as regiões do estado. Seu trabalho tem impulsionado a formação de novos pesquisadores, fortalecido universidades e centros de pesquisa e estimulado a inovação em diferentes áreas.

Esse crescimento contínuo demonstra a relevância da Fundação como instrumento essencial para o avanço científico e tecnológico do Maranhão, contribuindo para o desenvolvimento do estado e aproximando a pesquisa das necessidades reais da sociedade.

Entre as bolsas que serão reajustadas estão a de mestrado e doutorado no país:

– Mestrado (BM) – R$ 3.100,00;

– Doutorado (BD) – R$ 4.000,00;

– Doutorado no Exterior (BDE) – R$ 6.000,00;

– Pós-doutorado no Exterior (BPDE) – R$ 8.500,00;

– Iniciação Científica (BIC) – R$ 800,00;

– Iniciação Científica Júnior (IC-JR) – R$ 350,00;

– Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) – R$ 800,00;

–Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Júnior (PIBITI-Jr) – R$ 350,00;

–Monitoria em Eventos (R$ 300);

– Extensão (R$ 900).

Orleans recebe apoio de líderes políticos e comunitários em Itapecuru-Mirim

Cerca de 250 líderes comunitários estiveram reunidos domingo (28) em Itapecuru-Mirim, em almoço organizado pelo prefeito Fillipe Marreca, para declarar apoio à pré-candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, ao Governo do Maranhão, nas eleições de 2026. O encontro foi mais uma demonstração do crescimento político de Orleans, em todas as regiões do Maranhão.

“Aqui reunimos nosso grupo político, lideranças das 250 comunidades de Itapecuru-Mirim, para declarar que estamos com você e iremos caminhar juntos em 2026 para eleger um governador jovem, que trabalha pela juventude e pelas pessoas mais necessitadas de todo o Maranhão. Itapecuru-Mirim reconhece a sua capacidade para o trabalho e seu carinho por nossa cidade”, declarou o prefeito Fillipe Marreca, durante o encontro.

O ex-prefeito Júnior Marreca, que integra a gestão estadual como secretário de Indústria e Comércio, justificou o apoio de seu grupo à pré-candidatura de Orleans Brandão ao defender a continuidade de um governo aprovado por 70% da população porque trabalha, realiza obras importantes para que as pessoas que mais precisam sejam beneficiadas, que tirou mais de um milhão de pessoas da extrema pobreza e investe na geração de emprego e renda: “Itapecuru te recebe de braços abertos como nosso pré-candidato e com a certeza de que será o melhor governador da história do Maranhão”.

Os deputados federais Neto Marreca e Hildo Rocha também participaram do almoço e reafirmaram o apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão. “Ele tem tido essa recepção calorosa em todos os municípios porque trabalha com sentimento, gosta das pessoas. Conhece todas as ações do governo estadual nos 217 municípios, tem determinação, juventude e todas as condições para dar continuidade ao grande trabalho do governador Carlos Brandão”, afirmou Neto Marreca. “É ele quem aproxima o governo da população, por meio das suas lideranças. É aberto ao diálogo, tem capacidade técnica e sensibilidade. Estaremos juntos em 2026 para que o desenvolvimento do Maranhão tenha continuidade”, enfatizou Hildo Rocha.

Orleans Brandão fez um breve relato do trabalho à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas – que o levou a conhecer os problemas e intermediar soluções para os 217 municípios – e reafirmou que nunca um governo fez tanto em tão pouco tempo, citando programas como o Maranhão Livre da Fome e o Educação de Verdade, e o aumento da rede de restaurantes populares – 94 para 205 -, da rede de hemodiálise (de 250 para 750 cadeiras), e dos Viva Procon, de 45 para 140 unidades.

“Sou muito grato pelas manifestações de apoio de pessoas que acompanharam nossa luta nos últimos três anos para levar melhores condições de vida para os maranhenses. Alcançamos muitos resultados positivos e vamos continuar trabalhando para manter o Maranhão em pleno desenvolvimento”, finalizou Orleans Brandão.

SLZMA Sem Filtro | O campeão de emendas em Turilândia, quase no Fantástico; prefeito quer R$ 14 milhões no apagar das luzes na região do Munim; Judiciário vai ceder? A greve acabou… por enquanto

O deputado das emendas e a cidade do escândalo

Saiba quem é o deputado federal que mais enviou recursos para uma cidade maranhense que agora virou caso de polícia. Turilândia recebeu R$ 26,5 milhões em emendas parlamentares desde 2023, segundo o site Metrópoles. O detalhe é que o município acaba de ter prefeito, vice-prefeita, primeira-dama e todos os vereadores presos, acusados de integrar um esquema que teria desviado R$ 56,3 milhões com empresas de fachada.

Quem lidera o ranking das emendas é o deputado Pedro Lucas Fernandes (União-MA), com R$ 9,9 milhões, incluindo uma famosa “emenda Pix” de R$ 2 milhões. Coincidência ou não, ele é aliado direto do prefeito foragido Paulo Curió. Saúde e assistência social foram os principais ralos do dinheiro público em uma das 13 cidades mais pobres do Brasil. Já virou quase música no Fantástico, todo ano, um novo escândalo, e sempre com dinheiro federal no meio.

O deputado divulgou nota dizendo que apenas envia recursos a municípios regulares e que a responsabilidade da execução é das prefeituras. Resumo da nota: “mande dinheiro, lave as mãos e deixe a bomba estourar depois”.
(Fonte: Metrópoles)


Câmara de São Luís: muita cadeira, pouca vergonha

Enquanto a cidade afunda em problemas reais, a Câmara Municipal de São Luís segue firme… discutindo calendário interno. A grande novidade foi antecipar a eleição da Mesa Diretora para outubro, obedecendo o STF. Já a votação do orçamento de mais de R$ 6 bilhões ficou para depois. Prioridades, né?

A Casa também empurrou a Lei Orçamentária de 2026 para janeiro, deixando o Executivo autorizado apenas a gastar com o “essencial”. O problema é que, em São Luís, essencial nunca inclui transporte, drenagem ou fiscalização. Inclui acordo político, cargos e silêncio conveniente.


Governo do Estado erra até na ponte

O perfil oficial do Governo do Estado conseguiu a façanha de divulgar Imperatriz usando a foto de uma ponte… do Rio Grande do Norte. A imagem era da famosa Ponte Newton Navarro, em Natal. O erro foi tão gritante que a publicação amanheceu apagada.

Horas depois, repostaram com a ponte correta. Mas o estrago já estava feito. O print ficou. E ficou também a sensação de que o governo anda desconectado da própria realidade do estado, justo num momento em que Imperatriz já enfrenta outra polêmica: a confusa inauguração do Hospital da Região Tocantina.
Errou, apagou, repostou. Governo versão “Ctrl + Z”.


Icatu e o empréstimo no apagar das luzes

Em Icatu, o alerta está ligado. O prefeito encaminhou à Câmara um projeto para contratar R$ 14 milhões em empréstimo, com votação prevista para este sábado (27). Tudo isso no fim do exercício financeiro, aquele velho roteiro conhecido como “depois a gente vê”.

As perguntas são básicas e continuam sem resposta:
— Para quê esse dinheiro?
— Quanto vai custar ao final?
— Quem paga a conta nas próximas gestões?

Quando essas perguntas só aparecem depois da votação, geralmente quem responde é a Justiça.


São Luís: acabou a greve… até quando?

A greve dos rodoviários acabou neste domingo (28), depois de cinco dias de caos. Ônibus voltaram a rodar, acordo foi assinado, comissão vai fiscalizar arrecadação e ninguém terá desconto salarial. Tudo lindo no papel.

Mas o roteiro é conhecido: ano que vem tem de novo. A prefeitura joga a culpa nas empresas, as empresas jogam a culpa no subsídio, e o povo fica jogado nas paradas. O prefeito anunciou “caducidade”, mas a portaria da SMTT fala só em medida emergencial. Muito discurso, pouca decisão.


Judiciário em xeque

Resta saber se o Superior Tribunal de Justiça vai manter a linha dura ou ceder ao apelo da influenciadora Skarlete Greta Costa Melo, que tenta reaver bens apreendidos na Operação Quebrando a Banca. O TJ-MA já foi claro: bens de luxo, incompatíveis com a renda declarada e sem comprovação de origem lícita, permanecem apreendidos. Agora, o jogo muda de instância, e a pergunta que fica é, a Justiça vai resistir ou flexibilizar?

Informações apuradas pelo jornalista Isaías Rocha.

Leitura obrigatória🛑: Enquanto Braide fica no blá blá blá e a Câmara senta, o povo fica em pé na parada

São Luís vive mais um capítulo vergonhoso da crise do transporte coletivo. Enquanto a população amarga o 4º dia de greve, passando horas nas paradas, espremida, cansada e sem qualquer garantia de chegar ao trabalho ou voltar pra casa, o prefeito Eduardo Braide segue no discurso fácil, nos vídeos bem editados e no blá blá blá de sempre.

Há cinco anos, Braide empurra o problema com a barriga. Nunca resolveu. Nunca enfrentou de verdade o sistema. Mas dinheiro público nunca faltou, são repasses milionários todos os meses para empresas que acumulam greves, atrasos salariais e ônibus sucateados. Quando a bomba estoura, o prefeito corre para o Instagram, grava vídeo, aponta culpados e tenta vender a imagem de gestor firme, tudo no discurso. Na prática, o povo continua a pé.

Do outro lado, a Câmara Municipal de São Luís segue sentada, muda e inerte. Não fiscaliza, não cobra, não pressiona. Talvez porque não tenha moral, diante de tantos escândalos, denúncias e uma relação promíscua com o Executivo. Vereadores que deveriam defender o povo preferem o silêncio confortável, enquanto trabalhadores enfrentam sol forte, chuva e humilhação nas paradas lotadas.

A paralisação da empresa 1001 escancara o colapso anunciado. Salários atrasados, direitos negados, frota reduzida e bairros inteiros abandonados. E quem paga essa conta? Sempre o povo. O mesmo povo que vê prefeito e vereadores discutindo narrativas, enquanto a cidade para.

É muito lero-lero institucional, muito vídeo e zero respeito com quem depende do ônibus para sobreviver. Enquanto isso, o povo segue em pé, na parada, no aperto e na paciência, que já acabou faz tempo.

Datafolha: 35% se dizem de direita; esquerda fica em 22%

A nova pesquisa Datafolha mostra um Brasil mais polarizado. Hoje, 35% dizem estar à direita e 22% à esquerda. Somados, 57% se colocam nos extremos do debate político. O levantamento, feito pelo DATAFOLHA entre 2 e 4 de dezembro com 2.002 pessoas em 113 cidades, tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Quando o assunto é identificação partidária, o resultado muda um pouco de figura. Em uma escala que vai de “bolsonarista” a “petista”, 40% se dizem mais próximos do PT e 34% de Jair Bolsonaro. Outros 18% preferem se declarar neutros. Desde 2022, os petistas foram maioria em nove de onze pesquisas.

A divisão aparece com força em recortes por idade, escolaridade e religião. Entre os mais jovens, o centro tem mais peso. Já entre os mais velhos, cresce a identificação com a direita. Evangélicos se dizem mais de direita do que católicos, que aparecem mais divididos entre esquerda e centro. A escolaridade também pesa: quem estudou menos tende a se alinhar mais à direita.

O cenário político segue quente. A pesquisa foi feita após novos desdobramentos judiciais envolvendo Bolsonaro e com Lula liderando as intenções de voto para 2026. Mesmo assim, há cruzamentos curiosos: gente de esquerda que votou em Bolsonaro e gente de direita que votou em Lula. O recado é simples: o país continua dividido e ninguém pode contar vitória antes da hora.

Perfil oficial do Governo do Estado publica ponte do Rio Grande do Norte como se fosse de Imperatriz e depois apaga

O perfil oficial do Governo do Estado no instagram publicou, na noite desta quinta-feira (25), um material publicitário para divulgar a cidade de Imperatriz, a gestão acabou usando a imagem de uma ponte que não fica no Maranhão, mas sim no Rio Grande do Norte.

A foto usada é da Ponte Newton Navarro, localizada em Natal (RN), uma ponte estaiada bastante conhecida e que não existe em Imperatriz, nem em qualquer outra cidade maranhense. O erro chamou atenção imediata de internautas, que passaram a questionar a falta de cuidado e conhecimento sobre a própria realidade do estado.

A publicação amanheceu apagada nesta sexta-feira (26) e, horas depois, o governo voltou a divulgar o material, desta vez usando a imagem correta da ponte de Imperatriz. A impressão de que o próprio governo parece desconhecer a realidade do estado que administra, justamente em um momento em que Imperatriz já estava no centro de outra polêmica recente, envolvendo a inauguração do Hospital da Região Tocantina (HRT).

O erro foi apagado, mas o print ficou. Compare o post anterior com o atual

Morre em São Paulo mulher que teve pernas amputadas após ser atropelada e arrastada por mias de 1 km na Marginal Tietê pelo ex

Morreu nesta quarta-feira (24) Tainara Souza, jovem de 31 anos que teve as duas pernas amputadas após ser atropelada e arrastada por cerca de 1 km em São Paulo, onde ela estava internada há vários dias. Douglas Alves, um ex-companheiro da vítima, é apontado como o autor do crime, que agora passa de tentativa para ser tratado como feminicídio consumado.

O óbito foi confirmado pela família de Tainara, que deixa um filho de 12 anos e uma filha de 7. Desde a brutalidade, a jovem já havia passado por uma série de cirurgias, como traqueostomia e cirurgia plástica de reconstrução de tecidos.

O caso aconteceu no dia 29 de novembro. Tainara estava saindo de um bar com um amigo quando foi atingida por um carro preto. Em seguida, o veículo arrancou em alta velocidade com a jovem presa em uma das ferragens. O atrito causou sérios danos em praticamente todo o corpo dela.

Imagens registradas por câmeras de segurança e por testemunhas circularam nas redes sociais e chocaram o país, além de levantarem um alerta sobre a questão da violência contra a mulher. Douglas Alves foi identificado e capturado pela polícia.

O suspeito chegou a reagir à abordagem tentando arrancar a arma de um dos agentes e acabou baleado. Ele alegou que estaria sendo ameaçado de morte por um novo companheiro de Tainara.

Nas redes sociais, a família da jovem agradeceu pelas mensagens de apoio e orações direcionadas para a vítima, além de afirmar que agora o sofrimento acabou e a busca será por justiça.