URGENTE! PF conclui que não há necessidade de perícia em certidões falsas usadas nas eleições do Coren-MA

A Polícia Federal ao Juízo da 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Maranhão, no dia 15 de outubro, que não há necessidade de realização de perícia nas certidões negativas apresentadas pela Chapa 2 durante as eleições do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA), realizadas em 2023. Segundo o parecer, as próprias instituições responsáveis pela emissão dos documentos confirmaram não terem emitido as certidões, o que comprova a falsificação.

A investigação teve início após denúncias apresentadas ao Ministério Público e ao Tribunal de Justiça, indicando o uso de documentos falsos por integrantes da referida chapa. Com a manifestação da Polícia Federal, a fraude nas certidões está confirmada, restando agora que o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e o Coren-MA adotem providências imediatas diante da gravidade do caso.

Enquanto isso, cresce a pressão da categoria da enfermagem e de entidades representativas por respostas e punições exemplares. A denúncia não pode cair no esquecimento nem ser abafada por processos internos. Diante das evidências, é dever dos órgãos de controle e fiscalização, como o Ministério Público Federal, a CGU e o TCU, garantir que os responsáveis sejam responsabilizados e que o sistema eleitoral dos conselhos profissionais seja, de fato, transparente e ético.

Nota de Esclarecimento – Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA)
Em atenção à matéria recentemente publicada no portal slzma.com.br no perfil do instagram @slzmanews, o Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA) vem informar que não foi notificado pelos órgãos competentes sobre essa pauta, e com o devido respeito, esclarecer os fatos noticiados por este portal.

  1. Processo Eleitoral Transparente e Auditável
    A eleição do COREN-MA segue rigorosos critérios de transparência, sendo realizada dentro das normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), com auditorias que garantem a integridade e a segurança do pleito.
  2. Participação Democrática da Categoria
    O pleito contou com a participação expressiva da categoria, com mais de 50% dos eleitores aptos confirmando sua escolha de forma legítima e democrática. O resultado reflete a vontade soberana dos profissionais de enfermagem do Maranhão.
  3. Infundadas Acusações de Fraude
    Alegações de fraude sem a devida comprovação apenas desinformam a sociedade e ferem a imagem de um processo eleitoral legítimo. Reforçamos que todas as etapas do pleito são acompanhadas por mecanismos de controle e fiscalização, assegurando a idoneidade do resultado.

Frisa-se que, no que se refere ao grupo legitimamente eleito para gerir o COREN/MA no triênio 2024/2026 — Presidente, Diretoria, Conselheiros Estaduais e Conselheira Federal eleita — não existem quaisquer condenações cíveis ou criminais oriundas da Justiça Estadual do Maranhão (TJMA) ou Justiça Federal (TRF1).

Reafirmamos nosso compromisso com a legalidade, a ética e a transparência, colocando-nos inteiramente à disposição da Justiça e dos veículos de imprensa para prestar todos os esclarecimentos necessários.

Atenciosamente,
Gestão 2024/2026 – Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA)

Brandão informa reforço das operações de segurança pública e amplia número de prisões

O governador Carlos Brandão anunciou, por meio das redes sociais, o reforço das ações de segurança pública na Grande Ilha e a ampliação do número de prisões realizadas nas últimas semanas. Segundo o chefe do executivo estadual, somente esta semana 35 pessoas foram presas, sendo 17 delas nas últimas 24 horas. Nos últimos dois meses, mais de 2 mil criminosos foram retirados de circulação em todo o Maranhão.

Escolas e faculdades
As operações contam com o apoio do Batalhão de Choque (BPChoque), da Rotam e do Motopatrulhamento, que permanecem em campo de forma intensiva. O foco é garantir a segurança da população, combater grupos criminosos e reforçar a presença do Estado nas ruas, bem como evitar que a disseminação de informações falsas prejudique o trabalho das forças policiais. Brandão também destacou em suas redes sociais que nenhuma ocorrência foi registrada em escolas, faculdades, universidades ou mesmo nas áreas adjacentes a essas instituições.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Maurício Martins, reafirmou o compromisso do sistema de segurança com o enfrentamento à criminalidade e tratou do combate à desinformação.

“Há muito tempo reforçamos o policiamento nas grandes avenidas, o chamado corredor de segurança, e também estamos nos bairros. Não existe qualquer ocorrência nos colégios para o fechamento dessas escolas. O que ocorre são fake news que promovem justamente este tipo de manifestação, que são praticadas por famílias preocupadas com a segurança pública. Vamos apurar essas denúncias que só atrapalham a vida do cidadão comum”, afirmou.

O Governo do Maranhão segue atuando de forma integrada e preventiva, com foco na proteção da população e no fortalecimento das ações que asseguram paz e estabilidade em toda a Grande Ilha.

Caiu na rede, e agora? Folha da Educação de Arari vaza e revela agente administrativo com salário de R$ 35 mil

A cidade de Arari foi sacudida nesta semana após a revelação de um suposto esquema milionário dentro da Secretaria Municipal de Educação. As denúncias foram feitas pelas vereadoras Lucinha Brito e Aurinete Freitas, que divulgaram documentos mostrando que funcionários fantasmas estariam recebendo supersalários de até R$ 35 mil como agentes administrativos, mesmo sem trabalhar na função ou, em alguns casos, sequer aparecer no município.

De acordo com os documentos apresentados pelas vereadoras, há registros de pagamentos quinzenais, ou seja, duas vezes por mês, com valores que variam entre R$ 20 mil e R$ 35 mil. O mais curioso é que o salário base é igual ao salário líquido, sem nenhum desconto, o que levanta suspeitas de fraude e desvio de dinheiro público com verbas do Fundeb.

O caso já gera forte repercussão política em Arari e deve chegar aos órgãos de controle, como o Gaeco, a CGU e a Polícia Federal, que podem abrir investigação para apurar o escândalo. Enquanto isso, a população cobra transparência e punição para os responsáveis por mais um episódio que envergonha a gestão municipal.

TCU e STF confirmam legalidade do uso dos precatórios do Fundef e desmontam acusações orquestradas contra a família Brandão

O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve qualquer desvio de recursos dos precatórios do FUNDEF pelo Governo do Maranhão e determinou o arquivamento da representação apresentada pelo Ministério Público junto ao TCU (MPTCU). O documento oficial desmonta uma série de acusações sobre o uso indevido de verbas da educação, que foram alvo de uma estranha reportagem exibida pela TV Band, nessa quarta-feira (22), e que também apontava suposta ligação entre a empresa Vigas Engenharia e familiares do governador Carlos Brandão.

Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou, em 2 de maio de 2024, o acordo na Ação Cível Originária (ACO) 661, definindo o pagamento da dívida do FUNDEF entre a União e o Estado do Maranhão. A decisão permitiu que 40% dos juros moratórios fossem utilizados em despesas públicas gerais, sem vinculação exclusiva à Educação, enquanto 60% permanecem destinados aos profissionais do magistério.

Com base nessa determinação, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve qualquer desvio de recursos dos precatórios do FUNDEF pelo Governo do Maranhão e determinou o arquivamento da representação apresentada pelo Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), reforçando então a legalidade da aplicação dos valores e desmontando acusações recentes sobre suposto uso indevido de verbas da educação e ligação da empresa Vigas Engenharia com familiares do governador Carlos Brandão.

STF define destino dos juros moratórios
O acordo homologado pelo STF estabeleceu que o valor atualizado do FUNDEF ultrapassando R$ 475 milhões, fosse pago em três parcelas anuais pela União ao Estado. Pelo menos 60% do crédito total podem ser destinados aos profissionais do magistério em forma de abono, sem incorporação salarial.

A parcela de 40% dos juros moratórios pode ser utilizada pelo Estado em despesas públicas gerais, conferindo maior autonomia na aplicação desses recursos. Essa decisão é diretamente relacionada às investigações do TCU, que apontou que os R$ 13,2 milhões pagos à Vigas Engenharia para obras rodoviárias provinham dessa parcela flexível, com fiscalização de licitação a cargo do TCE-MA e MP-MA.

De acordo com o relatório técnico do TCU, as alegações de desvio de finalidade no uso dos recursos do Fundef são improcedentes. O órgão considerou comprovado que os valores questionados – R$ 370 milhões aplicados em secretarias estaduais e R$ 13,2 milhões destinados à empresa Vigas Engenharia para obras rodoviárias – são provenientes dos juros moratórios dos precatórios, e não da verba principal vinculada exclusivamente à Educação.

O TCU reconheceu que a aplicação de até 40% desses juros moratórios em outras áreas públicas é autorizada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Dessa forma, o uso dos recursos foi considerado legal e em conformidade com as normas vigentes. O relatório datado em 17 de setembro de 2025, também concluiu que a denúncia de direcionamento de licitação para a Vigas Engenharia foi prejudicada, uma vez que os valores utilizados eram recursos próprios do Estado, e, portanto, a competência para fiscalizar o certame é do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) e do Ministério Público Estadual (MP-MA).

Ainda segundo o documento, o TCU entendeu como regulares os gastos de R$ 9,3 milhões do Fundo Penitenciário (Funpen) destinados à confecção de móveis escolares em unidades prisionais, por considerá-los ações que beneficiam diretamente a rede estadual de ensino. Com base nas conclusões, o TCU determinou o arquivamento do processo, sem responsabilização do Estado do Maranhão.

Reportagem da Band tenta distorcer informações
Apesar das conclusões oficiais, uma reportagem exibida nessa quarta-feira, 22, pela Band alegou que o TCU estaria investigando um desvio milionário de verbas da educação para uma empreiteira ligada a parentes do governador. A matéria também sugeriu que o irmão de Carlos Brandão, Marcos Brandão, e o sobrinho, Daniel Brandão, presidente do TCE-MA, teriam atuado em favor da empresa.

O Governo do Maranhão rebateu as informações e afirmou que a emissora foi informada sobre a decisão do TCU antes da exibição da matéria, mas ‘optou’ por apresentar dados distorcidos e imprecisos. A informação de que houve desvio de finalidade dos recursos do Fundef é falsa. Também é falsa a alegação de que a Vigas Engenharia pertence a familiares do governador ou que tenha recebido repasses ilegais.

Origem da denúncia e tentativa de manipulação política
Os documentos revelam que a narrativa sobre o suposto desvio foi articulada pela advogada mineira Clara Alcântara Botelho Machado, autora da representação que originou o processo. O objetivo seria criar um fato político e associar o nome do governador Carlos Brandão a irregularidades inexistentes.

A denúncia utilizou documentos falsificados e informações distorcidas, que acabaram sendo reproduzidas por parte da imprensa.

As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Maranhão confirmaram a falsificação de documentos e identificaram três envolvidos diretamente na fraude: Webston Carlos Inojosa Neves, Gilberto Pereira Martins e Carlos Augusto Silva. Todos foram denunciados à Justiça pela prática do crime previsto no artigo 313-A do Código Penal, que trata da inserção de dados falsos em sistemas públicos.

A denúncia foi recebida pela juíza Lidiane Melo de Souza, da 2ª Vara Criminal de São Luís, em decisão assinada no dia 6 de outubro de 2025. O documento determinou a citação formal dos acusados e destacou que há provas suficientes para abertura da ação penal.

Envolvimento político e conexões com o Grupo Dinista
As investigações também mostram que Gilberto Pereira Martins, um dos denunciados, trabalhou para o ex-governador do Maranhão e atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, recebendo pagamentos durante sua gestão à frente do governo estadual. Os demais acusados possuem vínculos com o PCdoB e já atuaram em campanhas eleitorais do grupo político liderado por Dino.

Essas informações indicam que o caso ultrapassa o campo jurídico e assume contornos políticos. O grupo que hoje faz oposição ao governador Carlos Brandão tenta, de forma orquestrada, criar narrativas e alimentar suspeitas sem fundamento para desgastar a atual gestão.
Não houve nenhum desvio de finalidade

As decisões do STF e do TCU deixam claro que o uso dos recursos do FUNDEF pelo Estado do Maranhão, incluindo os juros moratórios, seguiu rigorosamente a lei. Relatórios técnicos e investigações mostram que não houve qualquer desvio de finalidade, desmentindo por completo as acusações contra Brandão e seus familiares. Enquanto o STF definiu a correta destinação dos recursos e garantiu autonomia ao Estado na aplicação dos juros, o TCU validou a regularidade dos gastos e determinou o arquivamento da representação. Ao mesmo tempo, fica claro que as denúncias faziam parte de uma trama orquestrada pelo Grupo Dinista, criada para gerar narrativas falsas, desgastar a gestão estadual e provocar instabilidade política, sem qualquer fundamento jurídico ou factual.

Fonte: Blog O Informante

Vereadora de Lago Verde, Fernanda Maroca, é encontrada sem vida em sua residência

A vereadora e ex-presidente da Câmara Municipal de Lago Verde, Fernanda Oliveira da Silva, conhecida como Fernanda Maroca, foi encontrada sem vida na manhã desta quinta-feira (23) em sua residência. A informação foi confirmada por fontes próximas à vereadora.

A Polícia Civil já iniciou as investigações para esclarecer as circunstâncias da morte. O clima é de grande comoção entre familiares, amigos e a população de Lago Verde, onde Fernanda era uma figura bastante conhecida na política local.

A Câmara Municipal e a Prefeitura devem divulgar notas oficiais nas próximas horas.

Flávio Dino se manifesta, mas precisa agir diante das denúncias que envolvem seu nome

Depois das denúncias feitas pelo deputado Yglésio Moyses na Assembleia Legislativa, o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, voltou ao centro das atenções no Maranhão. Os áudios e prints divulgados apontam uma suposta tentativa de chantagem para pressionar o governador Carlos Brandão a cumprir acordos políticos em troca de “paz” e liberação de processos no Tribunal de Contas do Estado.

Em um dos áudios, o deputado federal Rubens Júnior (PT) diz falar em nome de Flávio Dino ao mencionar que bastaria o governador atender o “acordo de Colinas”, que envolvia interesses de aliados políticos, para encerrar os conflitos. A assessoria de Dino reagiu com uma nota curta, dizendo que desde fevereiro de 2024 ele “virou a chave” e não trata mais de política, apenas de assuntos do Judiciário.

Mesmo com a manifestação oficial, o episódio levanta dúvidas e pressões sobre a postura do ministro. Diante da gravidade das acusações e da proximidade dos nomes citados, Dino não pode apenas se distanciar do caso. O momento pede mais do que uma resposta protocolar e exige atitude e transparência de quem sempre se apresentou como símbolo de ética e moralidade na política maranhense.

E agora, fica a pergunta! por que o deputado Rubens Júnior falou em nome de Flávio Dino? Teria ele autorização para usar o nome de um ministro do Supremo em meio a negociações políticas? A resposta é essencial para esclarecer até onde vai a verdade e onde começa o jogo de conveniências.

Davi Brandão afirma que maranhenses receberiam mais obras se não houvesse tanta perseguição ao governador

Ao chamar a atenção para as perseguições políticas e jurídicas que o governador Carlos Brandão enfrenta todos os dias, o deputado Davi Brandão (PSB) apontou que, se o chefe do Executivo estadual estivesse exercendo seu mandato com tranquilidade, teria entregue muito mais obras e serviços aos maranhenses.

“Como seria ainda maior o governador Carlos Brandão e o seu governo se ele pudesse ter tido a tranquilidade para administrar e a paz e o sossego para poder realizar ainda mais obras”.

O parlamentar também rechaçou as tentativas, sem sucesso, da oposição de diminuir os impactos das ações do governo. “Nós vemos a dificuldade que o governador tem todo santo dia”, disse.

Davi Brandão reforçou que, mesmo com todas as dificuldades, o governador duplicou o número de Restaurantes Populares, ampliou o número de cadeiras de hemodiálise no Maranhão, criou programas como o Maranhão Livre da Fome e o Tô Conectado, além de já ter tirado do papel várias obras consideradas impossíveis e que, hoje, são realidade.

“Precisou vir um sertanejo corajoso, com força de vontade e com um coração muito grande, para poder cuidar do povo do Maranhão da forma que tem cuidado”, declarou.

Deputados reagem a ataques e saem em defesa do governador Carlos Brandão

Os deputados da base aliada ao governo na Assembleia Legislativa do Maranhão uniram vozes, nesta quarta-feira (22), em defesa do governador Carlos Brandão e em repúdio às constantes investidas políticas e jurídicas promovidas por dinistas de oposição. Em meio a manifestações de solidariedade ao deputado federal Rubens Pereira Júnior (PT), os parlamentares reafirmaram que o governador vem enfrentando pressões orquestradas e perseguições sistemáticas que buscam enfraquecer sua gestão.

A base governista também destacou que, apesar dos ataques, o governo de Carlos Brandão tem mostrado resultados concretos, especialmente nas áreas social, educacional e de combate à fome.

Florêncio Neto (PSB) enfatizou que as críticas da oposição não se sustentam diante do conjunto de programas que têm transformado a realidade do Estado.

“O governador Brandão tem o social como prioridade. O Maranhão Livre da Fome e o programa Tô Conectado são exemplos do compromisso dele com o povo”, disse.

Davi Brandão (PSB) ressaltou que, mesmo sob intensa pressão política, o governador mantém um ritmo de trabalho admirável.

“Se Brandão tivesse a tranquilidade que merece, seu governo seria ainda maior. Mesmo assim, ele segue de cabeça erguida, levando obras e ações para todas as regiões”, declarou.

“As narrativas falsas caem por terra quando o povo vê os resultados. A aceitação do governador só cresce”, completou.

Tramas da oposição
Durante a sessão, Mical Damasceno (PSD) foi direta ao apontar as “tramas” arquitetadas por ex-aliados, hoje opositores, com o objetivo de desestabilizar o governo.

“É o tempo todinho tramando pelas costas, tentando impedir que o Governo Brandão dê certo. Mas o povo do Maranhão sabe o que está acontecendo e reconhece o trabalho sério que está sendo feito”, afirmou.

A deputada Daniella (PSB) reforçou que o governador tem enfrentado entraves e judicializações injustificadas, mas segue firme no propósito de governar com responsabilidade.

“Mesmo com tantas perseguições e processos, o governador Carlos Brandão continua trabalhando, especialmente em causas sociais como o programa Órfãos do Feminicídio”, destacou.

Na mesma linha, Ana do Gás (PCdoB) classificou o momento como um dos mais desafiadores da atual gestão, denunciando o caráter político das ações judiciais contra integrantes do governo.

“O que temos visto é uma perseguição diária, uma pressão nunca vista antes. Basta observar o caso da companheira Cricielle Muniz, do PT, que vem sendo alvo de ataques por aqueles que, até pouco tempo, a exaltavam”, frisou.

O deputado Catulé Júnior (PP) elogiou a postura da presidente da Assembleia, Iracema Vale, e defendeu serenidade e união diante do clima de tensão instalado.

“A presidente tem demonstrado maturidade política. É hora de construir um novo momento, com diálogo e firmeza”, declarou.

Enquanto isso, parlamentares da oposição, como Fernando Braide e Rodrigo Lago, limitaram-se a prestar solidariedade a Rubens Júnior, evitando aprofundar o debate sobre a suposta “gravação ilegal” – tema que tem sido utilizado por opositores para alimentar uma pauta política de ataques e desgaste ao governo estadual.

Após afastamento do prefeito, Câmara marca posse da vice para amanhã em São Benedito do Rio Preto

Após a Polícia Federal deflagrar a Operação Santa Chaga e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA) determinar o afastamento do prefeito Wallas Rocha, a Câmara de São Benedito do Rio Preto anunciou a posse da vice-prefeita Débora Heilmann Mesquita.

A solenidade será realizada nesta quinta-feira (23), às 14h, na sede do Parlamento Municipal, localizada na Rua 25 de Março, nº 85, no Centro da cidade. O convite foi assinado pelo presidente da Câmara, vereador Amilton Damasceno Alves, que reforçou o chamado à população sambeneditense para acompanhar o ato.

Com o afastamento de Wallas, investigado por suposto desvio de recursos do Fundeb, Débora assumirá o comando do município em meio a uma das maiores crises políticas já enfrentadas pela cidade.

Prefeito de São Benedito do Rio Preto é afastado do cargo após operação da PF sobre desvio do Fundeb

A Polícia Federal amanheceu em São Benedito do Rio Preto nesta quarta-feira (22) cumprindo mandados de busca e apreensão em várias casas, incluindo a do prefeito Wallas Rocha, que foi afastado do cargo por decisão da desembargadora Maria Francisca Galiza, do TRE-MA.

A ação faz parte da Operação Santa Chaga, que apura um esquema de desvio de dinheiro do Fundeb, verba que deveria ser usada na educação. Segundo as investigações, o dinheiro público estaria sendo repassado a pessoas sem vínculo com a área, supostamente para comprar apoio político e fortalecer alianças eleitorais.

Além do prefeito, foram afastados o secretário e a secretária-adjunta de Educação, além da tesoureira da Prefeitura. A PF também esteve nas casa do empresário Aelson do Posto e dos vereadores Walter, Amilton e vereador Mirim. Os envolvidos podem responder por peculato, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.

Deputado expõe áudios, cita Dino, Jerry, Rubens e até desembargador em suposta rede de chantagens

A terça-feira (21) foi de fortes revelações na Assembleia Legislativa do Maranhão. O deputado Yglésio Moyses (PRTB) subiu à tribuna e fez denúncias pesadas envolvendo nomes da política maranhense e até do Judiciário. Segundo ele, áudios e prints revelariam um suposto esquema de pressões e chantagens políticas que teriam como objetivo emparedar o governador Carlos Brandão (PSB).

Nos materiais apresentados por Yglésio, aparecem os deputados federais Márcio Jerry (PCdoB), Rubens Pereira Júnior (PT) e o secretário executivo do Ministério do Esporte, Diego Galdino, além do desembargador federal Ney Bello. Em trechos atribuídos a Jerry e Rubens, os parlamentares mencionam o nome do ministro do STF Flávio Dino, supostamente cobrando acordos políticos em cidades como Colinas e Barreirinhas.

Yglésio também exibiu prints de conversas que teriam partido de um desembargador federal com supostas ameaças e orientações sobre como o governador deveria agir para “baixar a bola” e evitar “problemas judiciais”. As revelações do deputado promete abrir uma crise política sem precedentes, atingindo em cheio a base do governo Brandão e aliados de Flávio Dino.

Promessas vazias podem causar debandada de prefeitos da base de Eliziane Gama

A medida que a eleição vai se aproximando, o jogo vai ficando cada vez difícil, ainda mais para que não tem compromisso e com isso a classe política consegue enxergar com mais clareza o ambiente político, e como consequência, surgem novos posicionamentos. Diante disso. A insatisfação vem crescendo entre prefeitos que fazem parte da base da senadora Eliziane Gama. Segundo informações apuradas pelo portal SLZMA, vários gestores estão abandonando o barco por causa das promessas vazias feitas pela parlamentar. Nesta semana, um prefeito já teria pulado fora do grupo, mostrando que a paciência está chegando ao fim.

Prefeitos ouvidos em off relataram que Eliziane costuma chamar para reuniões em sua própria casa, promete apoio e benefícios para os municípios, mas não cumpre o que diz. Além disso, quando os gestores tentam contato depois, ela não atende mais o telefone, o que tem causado indignação e revolta entre os aliados.

Nos bastidores, o clima é de decepção. Muitos prefeitos se sentem usados politicamente e dizem que só receberam conversa e promessas, sem nenhuma ação concreta. A debandada pode aumentar nas próximas semanas se nada mudar no modo como a senadora trata seus aliados no interior.