Depois de defender um aumento de R$ 13 mil para um grupo de servidores que já recebe mais de R$ 25 mil, o presidente da Câmara, Paulo Victor, foi pressionado pelo prefeito Eduardo Braide a colocar em votação o reajuste dos professores.
Na quarta-feira (5), o presidente mostrou um empenho que ninguém tinha visto antes para aprovar o novo teto salarial de R$ 38 mil, mas deixou os professores de lado. Sentindo a demora, Braide usou as redes sociais para cobrar publicamente que a Câmara votasse o aumento da categoria.
Depois da cobrança, Paulo Victor cedeu à pressão e convocou uma sessão extraordinária para hoje, às 15h, para votar o reajuste dos profissionais da Educação.
