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Polícia Federal pode investigar o senador Weverton Rocha a pedido da Procuradoria Eleitoral

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE-MA) solicitou à Polícia Federal abertura de inquérito policial contra o senador Weverton Rocha (PDT).

O pedido foi encaminhado no início de 2021 por meio do Ofício nº35-2020-PJ3ªZE-SLZ-MA assinado por Raquel Silva de Castro, titular da 3ª Zona Eleitoral e 10ª PJ Cível de São Luís.

No documento, a PRE requisita à Superintendência da PF a instauração de inquérito policial para apurar possíveis ilícitos tipificados nos artigos nº 350 e nº 354-A do Código Eleitoral supostamente cometidos por Weverton Rocha.

Há indícios de que o senador teria obtido para uso próprio ou de terceiros documento falso para fins eleitorais e se apropriado de recursos ou valores destinados ao financiamento eleitoral.

Outro ponto que deverá ser investigado pela PF, é a doação de recursos acima do limite legal para a campanha eleitoral.

Os autos foram encaminhados para a sede da PF, que fica no bairro da Cohama, em São Luís.

Caso seja denunciado e condenado pela Justiça, o parlamentar poderá pegar pena de dois a seis anos de reclusão, e terá que pagar multa, de acordo com o Art. nº 354-A.

Em fevereiro, Weverton Rocha teve as contas eleitorais reprovadas pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, que negou o seguimento ao recurso extraordinário contra o acórdão da própria Corte, no qual também tinha negado provimento ao agravo interno, mantendo a decisão monocrática, declarando a nulidade do acórdão regional do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão com determinação de novo julgamento.

No final de abril, o Blog do Neto Ferreira publicou que procurador da República, Frederico de Carvalho Paiva, pediu à Justiça Federal a condenação de Weverton Rocha por enriquecimento ilícito.

Rocha é réu em um processo que tramita na 6ª Vara Federal do Distrito Federal (DF) que envolve o ex-ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o ex-Secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, e Adair Antônio de Freitas, dono de empresas que tinha convênios firmados de R$ 17 milhões com o Ministério. O político teria se beneficiado com o aluguel de aeronave pago por Adair durante uma viagem ao Maranhão.

Em Maio, a Procuradoria reiterou o pedido de condenação de Weverton à Justiça Federal.

O Blog entrou em contato com a assessoria do senador maranhense, mas não obteve resposta até o fechamento da reportagem.

Blog do Neto Ferreira

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