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Harmonia entre executivo e legislativo de Alcântara que ‘não vê um palmo à frente do nariz’

Esta semana, uma foto chamou bastante atenção na politica de Alcântara, o prefeito Nivaldo Araújo reuniu com os vereadores Nilson Pereira, Joeds Luis, Miécio Macedo, Professor Vadico e Marivaldo Campos, e para reforçar ainda mais essa harmonia entre executivo o legislativo, o secretário de governo, Joacy castro, também participou do encontro.

Cabe ao prefeito decidir onde aplicar os recursos repassados ao município pelo Estado ou pelo governo federal e como administrar o que é arrecadado de impostos, como IPTU e ISS. Ele também é responsável pelas políticas de áreas como educação, saúde, moradia, transporte público e saneamento básico. Para isso, conta com secretários que são nomeados. O prefeito também precisa trabalhar junto com os vereadores, que representam os cidadãos no Legislativo municipal.

Já os vereadores são responsáveis por elaborar e propor leis. Os vereadores podem decidir, por exemplo, sobre a criação de políticas públicas. E têm a obrigação de fiscalizar o uso do dinheiro pelo Executivo e analisar a Lei Orçamentária Anual (LOA), que estabelece as despesas do ano seguinte do município.

Acontece que isso na pratica não tem surtido efeito como esperado, a gestão liderada por Nivaldo Araújo enfrenta não apenas desafios operacionais, mas também uma crescente rejeição por parte da população. Apesar da aparente harmonia entre os poderes, a realidade é marcada por uma série de problemas que afetam diretamente a vida dos alcantarenses.

Em um município com um eleitorado de pouco mais de 13 mil eleitores, com uma estrutura de pulverizada em 8 polos e com mais ou menos 200 povoados, todos com carências de estradas, pavimentação, estruturas de saúde e educação. A perspectiva de uma reeleição para Nivaldo se torna uma missão quase impossível de ser realizada. A insatisfação da população, aliada à entrada de novos candidatos com propostas alternativas, coloca em xeque a continuidade do atual governo.

No entanto, apesar dessa harmonia fictícia, um agravante social que poderia ter sido evitado se saísse da foto e fosse para a prática é o caso da interdição do Porto do Jacaré que chamou atenção das autoridades estaduais e nacionais que precisou ser provocadas para só assim atuarem em favor da população. Enquanto isso, o potencial turístico e cultural da região continua sufocado pela falta de investimentos e pela má gestão, levando à falência de muitos empreendimentos e à perda de identidade cultural.

No entanto, essa união não parece ter sido suficiente para inspirar um horizonte claro de progresso para o município, deixando muitos se perguntando sobre o futuro da região?

Da mesma forma que uma orquestra requer coordenação entre os músicos, a harmonia política entre o executivo e o legislativo demanda colaboração e compromisso mútuos.”

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