O prefeito do município de Codó, Francisco Carlos de Oliveira, mais conhecido como Chiquinho Oliveira, pagou uma verdadeira fortuna para o Instituto Gepas que ganhou contratos em sua gestão.
A Portaria de Instauração nº 7/2026, assinada pelo promotor Raphaell Bruno Aragão Pereira de Oliveira, vai fiscalizar como esses contratos foram feitos e executados.
São três contratos que somam mais de R$ 40 milhões: saúde (R$ 12,2 mi), educação (R$ 24,4 mi) e administração (R$ 4 mi). Só nos primeiros meses, cerca de R$ 34 milhões já teriam sido pagos ao instituto em menos de nove meses.
O Ministério Público quer saber se houve licitação correta, se o Gepas tinha capacidade técnica e financeira, se os valores estão de acordo com o mercado, se os serviços realmente foram prestados e se os pagamentos foram feitos de forma adequada. Também vai checar se tudo foi registrado no Tribunal de Contas.
O prazo da apuração é de um ano, podendo ser prorrogado. Se forem encontradas irregularidades, novas medidas serão tomadas pelo Ministério Público.
