Governo do Estado revitalizará praças do Anjo da Guarda

O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, foi recebido por vereadores, lideranças comunitárias e moradores do Anjo da Guarda, na noite de quinta-feira (25), para ouvir as pessoas e entender as demandas da comunidade. No encontro, ele anunciou que o Governo do Estado fará a completa revitalização do conjunto de praças do bairro onde acontece o espetáculo da Via Sacra, realizado na Semana Santa pelo Grupo Grita.

“A Via Sacra é um espetáculo que impressiona, um trabalho teatral fantástico que eleva a religiosidade e impulsiona o turismo religioso, atraindo católicos do Maranhão e do Brasil para São Luís. E nós que estamos sempre conversando com nossos vereadores sobre as necessidades da nossa capital, hoje viemos aqui também para ouvir as pessoas e reafirmar o compromisso do Governo do Estado em trabalhar por todos os municípios”, declarou Orleans Brandão.

Ao lado dos vereadores André Campos, Raimundo Penha, Wendell Martins e Marquinhos, o secretário de Assuntos Municipalistas recebeu dos dirigentes do Grupo Grita a solicitação de reconstrução da Praça do Recanto, a reforma do Teatro Itapicuraíba e a revitalização das Praças da Ressurreição e do Anjo. Ao longo do ano, as praças também funcionam como importantes pontos de cultura para a juventude e para os grupos artísticos locais.

“Assim como estamos percorrendo todo o estado, indo até os municípios conhecer as necessidades e levar as melhorias que a população precisa, também visitamos os bairros de São Luís, conversando com os vereadores, as lideranças comunitárias e os moradores. Nosso compromisso é estar presente e buscar as soluções”, finalizou Orleans Brandão.

Deputados dinistas se manifestam contra ‘veto’ de Flávio Dino

A Assembleia Legislativa viveu um episódio curioso nesta semana. Ao votar o veto do governador Carlos Brandão (PSB) a um projeto de autoria do deputado Júlio Mendonça (PCdoB), os parlamentares ligados ao grupo do ex-governador Flávio Dino se posicionaram contra o veto.

O detalhe é que a justificativa apresentada por Brandão é exatamente a mesma que o próprio Flávio Dino usava no governo para barrar projetos semelhantes, inclusive com a assinatura e a articulação de um dos principais quadros dinistas: Rodrigo Lago (PCdoB), então secretário de Comunicação e Articulação Política.

Na época, era ele quem se encarregava de sustentar a manutenção de vetos e garantir que a Assembleia seguisse a orientação do Palácio dos
Leões. Agora, do outro lado, Lago repete o discurso em sentido contrário.

Outro nome central nesse enredo é Othelino Neto (SDD), ex-presidente da Assembleia. Sob sua Mesa Diretora, os vetos de Dino eram praticamente inquestionáveis. A influência de Othelino assegurava que a vontade do então governador fosse cumprida à risca.

Coube ao deputado Yglésio Moyses (PRTB) expor a contradição em plenário.

“Não foi eu que falei, não sou eu que estou falando, eu estou apenas repetindo aqui os motivos, razões jurídicas de dois vetos que são praticamente Ctrl-C e Ctrl-V da referência jurídica da oposição do Estado do Maranhão.”, disse o deputado.

Citando, palavra por palavra, os fundamentos usados por Flávio Dino para vetar projetos idênticos no passado, Yglésio mostrou que o discurso dinista se desmonta diante do espelho do tempo.

O grupo dinista, que se acostumou com o poder, tem encontrado dificuldade em encontrar argumentos para fundamentar uma oposição sem conflito com um passado bem recente.

Neto Evangelista repreende e cobra autocontrole e inteligência emocional da oposição

A deselegância na oratória da oposição, com palavras de baixo calão ao fazer críticas vazias ao governador Carlos Brandão (PSB), chegou a nível tão elevado que mereceu posicionamento duro do líder do governo, deputado Neto Evangelista (União), na sessão desta quinta-feira (25), na Assembleia Legislativa.

Ressaltando a grandeza do Parlamento Estadual, Neto foi incisivo, repreendeu e cobrou mais compostura dos parlamentares oposicionistas.

“Eu acho que qualquer discussão aqui é importante. Agora, tragam ao nível de que este Parlamento necessita, tragam ao nível que os eleitores de Vossas Excelências, que os colocaram aqui, esperam”, observou.

Neto Evangelista também advertiu para que os oposicionistas não percam o autocontrole ao tentar fazer valer seus argumentos, e sugeriu que, em casos como esse, deveriam ficar calados.

“Vossas Excelências perdem a razão no momento que saem da linha. Se não têm inteligência emocional para discutir temas importantes para o Maranhão, não subam à tribuna, se resguardem ao direito de permanecerem calados, porque esse debate não ajuda”, afirmou, de forma incisiva.

Na visão de Neto Evangelista, esse tipo de postura apequena o Parlamento e atrapalha o bom andamento do Legislativo.

“Eu fico imaginando as pessoas assistindo ao YouTube, à TV Assembleia, e olha a postura de um deputado na tribuna da Assembleia Legislativa, chamando um chefe de governo de palavras de baixo calão”, destacou.

Ministério Público Eleitoral pede cassação do prefeito e vice de São Benedito do Rio Preto

O Ministério Público Eleitoral (MPE) da 73ª Zona, com sede em Urbano Santos (MA), recomendou a cassação dos mandatos do prefeito de São Benedito do Rio Preto, Wallas Gonçalves Rocha, e da vice-prefeita Débora Heilmann Mesquita. O órgão também pediu a declaração de inelegibilidade de Wallas por oito anos.Maranhão turismo

O parecer, assinado pelo promotor José Orlando Silva Filho, é a manifestação final da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pela coligação “União e Reconstrução”, composta pelo PP e pela Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV). A acusação aponta uso irregular de recursos do Fundeb na campanha de 2024. Segundo o Ministério Público, mais de R$ 13,5 milhões foram repassados a blogueiros, vereadores, candidatos e familiares do prefeito, sem comprovação de serviços prestados.

A defesa dos gestores nega as acusações, sustenta que houve falhas processuais e alega que os pagamentos tiveram origem legítima, ligados a servidores e prestadores de serviço da Secretaria Municipal de Educação. Também pediu a impugnação de testemunhas apresentadas pela acusação.

Cafezinho contratado pela Prefeitura de Presidente Médici vai custar ao bolso do contribuinte mais de R$ 500 mil

A Prefeitura de Presidente Médici oficializou a contratação de serviços de coffee break, que em síntese significa intervalo para lanche durante eventos promovidos pela gestão municipal, no valor de R$ 516 mil para atender às necessidades da administração ao longo de um ano.

A empresa responsável pelo fornecimento é a C. Nunes Silva Hotel Ltda, com sede na Avenida Santa Tereza, no centro do município.

O cardápio contratado inclui arroz, salada tropical, salpicão, carnes diversas, salgados como coxinha, quibe, risolhos e pastéis, além de sobremesas variadas. Também fazem parte da lista bebidas como café, chocolate cremoso, sucos naturais, refrigerantes e água mineral. A mesa ainda é decorada com frutas, o que evidencia a diversidade de opções previstas nos eventos oficiais da Prefeitura.

Dra. Helena Duailibe defende Maranhão Livre da Fome e contesta informações distorcidas da oposição

A deputada Dra. Helena Duailibe (PP) fez uma defesa do programa Maranhão Livre da Fome, na sessão plenária desta quarta-feira (24), ao ressaltar que a ação do governo do Estado vai muito além da entrega de cartões. A fala da parlamentar contestou informações distorcidas da oposição.

“Na verdade, são várias ações que são desenvolvidas. A grande preocupação nossa era de não se fazer um programa só para entregar cartão, mas sim acompanhar as famílias, visitar as famílias. Todas essas famílias vêm de um cadastro que é fornecido pelos municípios”, detalhou.

Dra. Helena Duailibe esclareceu que o programa está sendo exemplo, segue um planejamento e requer toda uma estrutura. “Tem todo esse cronograma de atendimento que, às vezes, demora. Mas, o mais importante é que, quando ele começa, tem objetivos claros, tem realmente sido um exemplo”, observou.

Para mostrar o alcance, a parlamentar relatou a experiência de ter participado de ato do programa na Região Metropolitana de São Luís. “Vi atendimento em saúde, atendimento às famílias, não só a entrega do cartão”, declarou.

MPMA apura denúncia sobre suspeita de droga em jujubas servidas durante festa com vereadores de Paço do Lumiar

No mês de maio, o portal SLZMA trouxe com exclusividade o boletim de ocorrência registrado pela vereadora Mary do Mojó, denunciando um caso grave envolvendo a possível presença de substância psicoativa em jujubas servidas durante um almoço entre vereadores de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. O caso chegou ao Ministério Público do Maranhão, onde foi registrado sob o número 001229-507/2025, na 2ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar, sob responsabilidade da promotora Raquel Pires de Castro.

De acordo com os registros, a promotoria despachou o caso e determinou que a Delegacia do Maiobão prestasse esclarecimentos. A Polícia Civil já respondeu ao MP, e os autos agora aguardam deliberação da promotora sobre as medidas que devem ser adotadas.

O SLZMA continuará acompanhando os desdobramentos dessa denúncia, reforçando que a sociedade espera uma resposta clara e efetiva do Ministério Público para que, caso comprovado o crime, os responsáveis sejam identificados e punidos.

Corpo carbonizado e mutilado é encontrado em terreno baldio no bairro Alemanha, em São Luís

Um corpo, ainda não identificado, foi encontrado carbonizado e mutilado na manhã desta terça-feira (23) em um terreno baldio na avenida dos Franceses no bairro Alemanha, em São Luís. Segundo relatos de populares, ainda havia chamas no cadáver quando chegaram ao local, registrando imagens com celulares.

A Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa-SHPP, a Polícia Civil e o Instituto Médico Legal-IML, também estiverem no local do crime para iniciar as investigações e circunstâncias da motivação, além dos autores.

DIREITO DE RESPOSTA

Em respeito ao direito de resposta, publicamos a manifestação de Dr. Hilton Gonçalo

Acerca da matéria publicada no portal slzma sob o título “MP pede suspensão dos direitos políticos de Dr. Hilton Gonçalo por 12 anos e ressarcimento de R$ 1,3 milhão em esquema milionário”, é necessário esclarecer os fatos e apresentar o real desfecho judicial do caso, aspectos estes omitidos na reportagem.

A publicação em questão baseou-se em denúncia inicial do Ministério Público, mas deixou de noticiar que, em setembro de 2024, a 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão rejeitou, por unanimidade, a denúncia penal sobre a mesma matéria, reconhecendo a manifesta falta de provas.

A decisão colegiada demonstrou para toda a sociedade que não haviam elementos mínimos que justificassem a tramitação da ação penal, não havendo justa causa para sua propositura. Em outras palavras: não havia qualquer ato ilícito nos atos praticados, afastando assim qualquer narrativa sobre ilicitude ou ilegalidade dos fatos.

Também é incorreto afirmar que as contratações questionadas representaram tentativa de “burlar a lei”. Pelo contrário, todas foram realizadas dentro da legalidade com fundamento na Lei Complementar nº 123/2006, que estabelece tratamento diferenciado a micro e pequenas empresas, justamente para estimular a economia local e otimizar a aplicação dos recursos públicos.

Além disso, com as alterações trazidas pela Lei nº 14.230/2021, que modificou a Lei de Improbidade Administrativa, tornou-se indispensável comprovar dolo específico, ou seja, a intenção deliberada de praticar ato ilícito para obtenção de vantagem indevida.

No presente caso, o autor da ação não se desincumbiu de sua obrigação de demonstrar qualquer intenção dos agentes políticos para a prática de ato atentatório às finanças públicas, até porque isto não ocorreu.

A rejeição da denúncia penal pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade, confirma o que se narra no presente direito de resposta.

Assim, diferentemente do que noticiado, não há falar em “esquema” nem muito menos “prejuízo ao erário”, isto porque as acusações sequer prosperaram.

A gestão de Dr. Hilton Gonçalo sempre se pautou pela legalidade e pelo interesse público local, confirmando a sua ideologia política quanto à necessidade de crescimento local para fortalecimento das relações.

Por meio deste direito de resposta, busca-se restabelecer a verdade e esclarecer que as acusações veiculadas foram superadas judicialmente, não havendo fundamento para a narrativa divulgada pelo referido portal slzma.

Sem mais para o momento,
São Luís (MA), 18 de setembro de 2025.

DR. HILTON GONÇALO DE SOUSA

CGU aplica mais de R$ 34 milhões em multas a empresas por fraudes em licitações; com casos no Maranhão e Piauí

A F2 Engenharia Ltda., por sua vez, teve negado um pedido de reconsideração e seguirá punida no âmbito da Operação Licitante Fantasma, que investigou manipulação em pregão eletrônico do Comando Militar do Sul. A companhia foi multada em R$ 225 mil, está proibida de contratar com a União e deverá publicar a decisão por 60 dias.

Por fim, a CGU confirmou as sanções contra a Bharat Biotech International Limited, em razão das irregularidades no contrato para aquisição de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, durante a pandemia da covid-19. As fraudes foram conduzidas por meio de sua representante no Brasil, a Precisa Medicamentos, e incluíram documentação e faturas fraudulentas.

A Controladoria-Geral da União (CGU) publicou nesta segunda-feira (22/9), no Diário Oficial da União (DOU), sanções contra quatro empresas envolvidas em fraudes em licitações públicas. As penalidades incluem multas que, somadas, ultrapassam R$ 34 milhões, além de declarações de inidoneidade, proibições de contratar com a administração pública e a obrigação de divulgar as decisões administrativas em meios de comunicação de grande circulação.

Entre os casos, está o da SPA Engenharia Indústria e Comércio Ltda., declarada inidônea por sua participação em um cartel que atuava em licitações da extinta VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. A empresa simulava concorrência para vencer disputas e obteve contrato para a construção de trecho da Ferrovia Norte-Sul, entre Santa Isabel e Uruaçu (GO). De acordo com a CGU, foram pagos mais de R$ 9 milhões em propina a agentes públicos. Como os fatos ocorreram antes da vigência da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013), a punição foi aplicada com base na Lei de Licitações (Lei nº 8.666/1993).

Casos no Maranhão e Piauí

Duas empresas foram punidas por participação em irregularidades reveladas pela Operação Topique, que investigou o desvio de recursos do transporte escolar no Piauí e no Maranhão, são elas TY Jerônimo e Silva Ltda.: multa de R$ 14,6 milhões, impedida de contratar com a União por quatro anos e obrigada a publicar a decisão por 75 dias em jornais de grande circulação e em seu site, já a outra que também sofreu as sanções é Jerônimo e Nunes Ltda.: multa de R$ 1,8 milhão, também com impedimento de quatro anos e publicação obrigatória por 60 dias.

A F2 Engenharia Ltda., por sua vez, teve negado um pedido de reconsideração e seguirá punida no âmbito da Operação Licitante Fantasma, que investigou manipulação em pregão eletrônico do Comando Militar do Sul. A companhia foi multada em R$ 225 mil, está proibida de contratar com a União e deverá publicar a decisão por 60 dias.

Por fim, a CGU confirmou as sanções contra a Bharat Biotech International Limited, em razão das irregularidades no contrato para aquisição de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, durante a pandemia da covid-19. As fraudes foram conduzidas por meio de sua representante no Brasil, a Precisa Medicamentos, e incluíram documentação e faturas fraudulentas.

Segundo a CGU, as empresas utilizavam grupos de WhatsApp para combinar resultados de licitações e apresentavam vínculos familiares entre os sócios, o que facilitava a fraude. As sanções também atingem os proprietários das companhias.

As informações são da Agência GOV.BR.

O que se sabe sobre a chacina que deixou quatro mortos em Entrocamento, no Maranhão

Na noite de domingo (21), quatro homens foram encontrados mortos em uma área de mata no povoado Entrocamento, município de Itapecuru-Mirim, Maranhão. As vítimas foram identificadas como:

  • Maurício Montelles de Oliveira, 19 anos
  • Taylon Costa Neves, 17 anos
  • Robson Silva, 43 anos
  • Robslan Marques Silva, 20 anos

Todos eram naturais de Miranda do Norte e possuíam diversas passagens pela polícia, principalmente por envolvimento com tráfico de drogas e facções criminosas. De acordo com informações da Polícia Civil, as vítimas estavam sendo monitoradas e seriam alvos de uma operação policial nos próximos dias.

As investigações preliminares indicam que o grupo foi atraído para Entrocamento por criminosos ligados à própria facção ou a um grupo rival. No local, teriam sido rendidos, torturados e submetidos a um “tribunal do crime” antes de serem executados. Algumas vítimas estavam amarradas e foram mortas com disparos na cabeça e nas mãos, evidenciando execução sumária.

A 2ª Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim conduz as investigações para identificar os autores, os mandantes e a motivação do crime.

Gestão do Coren-MA é investigada por suposta fraude documental e se mantém no cargo por liminar

A eleição que levou o enfermeiro José Carlos Araújo Júnior à presidência do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren/MA) está envolta em uma grave polêmica. A atual gestão, que permanece no cargo amparada por decisão liminar, enfrenta acusações de irregularidades na inscrição da Chapa 2 – “Enfermagem Forte e Valorizada”.

De acordo com documentos que o portal SLZMA teve acesso, o caso tramita na 2ª Vara Federal Criminal e na 13ª Vara Federal Cível, além de ser alvo de investigação da Polícia Federal e acompanhamento pelo Ministério Público Federal (MPF) desde janeiro de 2025.

As suspeitas recaem sobre a suposta utilização de 46 certidões falsificadas para viabilizar a candidatura da chapa vencedora – sendo 36 delas referentes a registros cíveis e criminais da Justiça Federal.

À época, em maio de 2023, durante o período de inscrição das chapas, a Comissão Eleitoral responsável pelo pleito não teria identificado inconsistências nos documentos apresentados. Assim, a Chapa 2 foi deferida, enquanto as demais concorrentes tiveram seus pedidos negados.

Após contestação, representantes das chapas indeferidas buscaram informações diretamente nos órgãos emissores – o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) e o Tribunal Regional Federal (TRF). Ambos, por meio de suas corregedorias, confirmaram que as certidões apresentadas não constavam como oficialmente emitidas.

Um parecer técnico da Corregedoria de Informática do TRF reforça a suspeita de que as certidões usadas pela chapa não seriam autênticas.

O caso levanta questionamentos sobre a lisura do processo eleitoral e coloca em xeque a legitimidade da atual direção do Coren-MA, que segue sob forte pressão política e judicial.

A nossa equipe tentou contato com a direção do Coren-MA para obter a versão do presidente José Carlos Araújo Júnior sobre as acusações, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para que o gestor ou a entidade possam se manifestar a qualquer momento.

Outro lado – A atual gestão do Coren/MA, se manifesta através de nota.

Nota de Esclarecimento – Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA)

Em atenção à matéria recentemente publicada no portal SLZMA, o Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA) vem, com o devido respeito, esclarecer os fatos noticiados:

1. Processo Eleitoral Transparente e Auditável
A eleição do COREN-MA foi conduzida com rigorosos critérios de transparência, conforme normas do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), com auditorias que garantem a integridade e segurança de todo o pleito.

2. Participação Democrática da Categoria
Mais de 50% dos profissionais de enfermagem aptos participaram das eleições, reafirmando a legitimidade e a vontade soberana da categoria.

3. Infundadas Acusações de Fraude
As alegações de fraude não possuem comprovação e ferem a imagem de um processo legítimo. Todos os atos do pleito são fiscalizados e auditáveis.

Frisa-se que nenhum dos integrantes eleitos da Gestão 2024/2026 possui condenações cíveis ou criminais na Justiça Estadual do Maranhão (TJMA) ou na Justiça Federal (TRF1).

Dessa forma, reafirmamos que as acusações divulgadas não passam de perseguições políticas infundadas, alimentadas pelo inconformismo diante do resultado democrático das eleições de 2023.

O COREN-MA reitera seu compromisso com a legalidade, a ética e a transparência, e se coloca à disposição da Justiça, dos profissionais de enfermagem e da imprensa para todos os esclarecimentos necessários.

Atenciosamente,
Gestão 2024/2026 – Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (COREN-MA)
Rua Carutapera, 3, Jardim Renascença – São Luís/MA | CEP: 65075-180