Justiça Eleitoral cassa prefeito e vice de Nova Olinda do Maranhão

A Justiça Eleitoral cassou nesta sexta-feira (22) os mandatos do prefeito de Nova Olinda do Maranhão, Ary Menezes Fernandes, e do vice, Ronildo Costa de Carvalho. A decisão foi da juíza Patrícia Bastos de Carvalho Correia, da 80ª Zona Eleitoral de Santa Luzia do Paruá, em ação movida pela ex-candidata Thaymara Muniz.

Segundo a sentença, a chapa eleita em 2024 cometeu irregularidades como compra de votos, distribuição de materiais de construção, promessas de cargos e repasses de dinheiro em espécie e via PIX, além de doações de telhas. Testemunhas relataram ainda ameaças a eleitores que não apoiaram os investigados.

A juíza destacou que Ary Menezes venceu por apenas dois votos de diferença, mostrando que essas práticas influenciaram diretamente o resultado. Ela apontou abuso de poder econômico e violação da liberdade do voto.

A defesa alegou ilegalidade nas provas e tumulto processual, mas os argumentos foram rejeitados. A juíza considerou os indícios robustos, confirmados por testemunhos e reportagens nacionais.

Com a decisão, Ary Menezes e Ronildo Costa ficam inelegíveis por oito anos, foram multados em R$ 25 mil cada e tiveram os diplomas cassados. O TRE-MA já foi comunicado e deve convocar novas eleições. Até lá, o Executivo municipal será comandado pelo presidente da Câmara de Vereadores.

O processo também foi enviado ao Ministério Público Eleitoral, que deve apurar possíveis responsabilidades criminais, incluindo denúncias de violência política de gênero durante a campanha.

CNJ desmonta manobra do TJMA que deixava concursados de lado para contratar temporários

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) bateu o martelo e proibiu o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) de continuar contratando servidores temporários para vagas que já poderiam ser preenchidas por quem foi aprovado em concurso público.

Segundo informações do site Direito e Ordem, a decisão veio após denúncias de que o TJMA estaria preterindo candidatos concursados, deixando-os de lado enquanto fazia contratos temporários.

Na prática, o CNJ reforça que, se existe concurso válido e com candidatos esperando convocação, a lei obriga a nomeação deles, e não a contratação de terceirizados ou temporários.

Com isso, os aprovados em concurso ganham fôlego na luta por seus direitos, enquanto o TJMA terá que se adequar à determinação e parar de ignorar quem conquistou a vaga na base do mérito.

Na hora H celular foi parar na descarga na casa de Felipe dos Pneus durante operação da e PF

Os prefeitos Felipe dos Pneus (PP), de Santa Inês, e Léo Cunha (PL), de Estreito, foram os principais alvos da segunda fase da Operação Lei do Retorno, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (21). A investigação apura o desvio de recursos federais do Fundeb que pode chegar a R$ 50 milhões.

Foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo desembargador federal Marcos Augusto de Sousa, nos municípios comandados pelos gestores, além de Pindaré-Mirim, Timon, Itapecuru-Mirim, São José de Ribamar e Fortaleza (CE).

Na residência do prefeito de Santa Inês, Felipe dos Pneus, os agentes encontraram um fato inusitado: um celular escondido dentro de um vaso sanitário, que foi apreendido. Já em outras localidades, veículos, cheques e dinheiro foram recolhidos, totalizando mais de R$ 2,5 milhões até o momento.

Segundo a PF, a organização criminosa atuava entre 2021 e 2025, manipulando licitações municipais e desviando recursos da educação. Parte dos valores contratados era devolvida a servidores públicos envolvidos no esquema.

Os crimes investigados incluem organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 52 anos de prisão.

Apesar das acusações, os prefeitos reeleitos negaram qualquer envolvimento em ilícitos.

Veja imagens da operação da Polícia que prendeu oito suspeitos de homicídios e tráfico de drogas em Humberto de Campos

Na manhã desta quinta-feira (21), a Polícia Civil deflagrou uma grande operação contra o crime organizado no município de Humberto de Campos, região dos Lençóis Maranhenses. A ação resultou na prisão de oito pessoas ligadas a facções criminosas, além da apreensão de uma pistola, diversas munições, celulares e porções de cocaína.

Ao todo, os agentes cumprem 14 mandados de prisão e de busca e apreensão, com o objetivo de enfraquecer a atuação de grupos que vinham aterrorizando a região.

A operação foi conduzida pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), com apoio da Delegacia de Humberto de Campos, do Núcleo de Operações com Cães e da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Segundo a polícia, os alvos são investigados por tráfico de drogas, homicídios e outros crimes violentos. As diligências continuam até que todos os mandados sejam cumpridos.

A Polícia Civil destacou que a ação faz parte da estratégia de intensificação no combate ao crime em todo o Maranhão, e reforçou que novas operações serão realizadas em outras regiões do estado.

Mais 6.792 famílias inseridas no Maranhão Livre da Fome

Mais 6.792 famílias foram inseridas no programa Maranhão Livre da Fome nos municípios de Sambaíba, Mirador e Colinas, onde o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão fez a entrega dos cartões que dão acesso ao maior programa de transferência de renda da história do estado. Nas três cidades, também foram entregues e autorizados obras e serviços estaduais nas áreas de saúde, educação, esporte, infraestrutura e geração de emprego e renda.

“Aqui temos gestão municipal de excelência e a parceria com o governo estadual já garantiu a reforma completa do hospital municipal, a pavimentação das vias urbanas e a construção de pontes. Hoje, viemos inaugurar o 192º Restaurante Popular e entregar 483 cartões do Maranhão Livre da Fome, para garantir que essas famílias tenham comida na mesa, assistência à saúde e capacitação para o trabalho”, declarou Orleans Brandão, em Sambaíba.

Com a prefeita Fátima Dantas, o secretário também assinou ordens de serviço para reforma da praça Matriz, construção do portal da cidade, implantação do Colégio Militar e da Estação Tech, para a capacitação tecnológica dos jovens. Também foram entregues 12 carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda, e anunciados mais quatro quilômetros de pavimentação de ruas.

“Agradecemos ao governador e ao secretário Orleans, por trabalharem por Sambaíba. Quando Município e Estado trabalham juntos, com o mesmo objetivo, a população é quem ganha”, declarou a prefeita Fátima Dantas.

Mais 892 famílias foram beneficiadas pelo Maranhão Livre da Fome em Mirador. No município, ao lado da prefeita Domingas Cabral, Orleans também inaugurou no município a Areninha Esportiva, entregou uma ambulância e 12 carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda. “Anunciamos ainda mais cinco quilômetros de pavimentação de ruas desta cidade, sempre ampliando nossa parceria pelo desenvolvimento de Mirador”, acrescentou o secretário de Assuntos Municipalistas.

Em Colinas, onde 5.417 beneficiários foram incluídos no programa Maranhão Livre da Fome, ao lado do prefeito Renato Santos, Orleans destacou os grandes investimentos feitos pelo governo estadual em todo o Maranhão e em Colinas: “Temos um prefeito arrojado, que já nos ajudou a trazer areninhas esportivas, o Parque Linear, a reforma de escolas, mais de 20 quilômetros de pavimentação asfáltica, bloquetes, estamos construindo o centro de hemodiálise. Juntos, trabalhamos pelos colinenses”.

O secretário também destacou os grandes investimentos feitos em segurança alimentar, no combate à fome e na geração de emprego e renda, citando que foi inaugurado o Restaurante Popular de número 192, praticamente dobrando a quantidade de unidades já instaladas. “Também entregamos mais de 12 mil carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda, para que esses pequenos empreendedores tenham melhores condições de trabalho. Esse é o nosso foco: melhorar cada vez mais a vida das pessoas”, afirmou o secretário.

Ao finalizar mais uma intensa agenda municipalista, Orleans falou sobre sua missão de rodar o Maranhão inteiro, conversando com prefeitos, vereadores e a população, para entender as necessidades de cada cidade: “Três mil obras entregues, segurança alimentar forte, mais de um milhão de pessoas saíram da extrema pobreza. Não basta obras, investimos no social. E vamos continuar trabalhando para desenvolver o estado e melhorar a vida das pessoas”.

Justiça determina implantação de ponto biométrico em Cururupu após denúncias de servidores fantasmas

Após pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou, em 17 de agosto, que o Município de Cururupu implemente, no prazo de 120 dias, sistema de controle biométrico de frequência para todos os servidores efetivos, comissionados, estagiários, terceirizados e cedidos. Também devem ser adotadas medidas para regulamentação do sistema por meio de norma legal.

A multa por descumprimento é de R$ 1 mil diários, até o limite de R$ 50 mil.

A decisão, do juiz André Francisco Oliveira, acolhe as solicitações da Ação Civil Pública ajuizada pela promotora de justiça Samira Mercês dos Santos, em dezembro de 2024, contra o Município e o prefeito Aldo Luis Borges Lopes. A ACP foi motivada por denúncias sobre servidores “fantasmas” no quadro municipal, demonstrando a inexistência de controle de frequência na Prefeitura.

Segundo a Promotoria de Justiça, diversos servidores comissionados e contratados residem em São Luís e não comparecem aos locais de trabalho. O controle de frequência deles é realizado de forma manual e não é preenchido de forma adequada. Em alguns casos, servidores não preenchem o ponto manual e o registro é preenchido posteriormente.

O controle de frequência manual não é adequado para grandes estruturas, como a Prefeitura de Cururupu e suas secretarias, porque favorece fraudes. A folha de ponto permite irregularidades, como preenchimento retroativo e inconsistente. É imprescindível a implantação de ponto eletrônico para o devido cumprimento da jornada dos servidores, para proporcionar transparência”, argumentou a promotora, na Ação.

Samira Santos reforça que o gestor municipal tem a obrigação de realizar o controle de frequência de todos os servidores. “Não se trata de uma escolha, mas de um dever.  É o comportamento minimamente esperado no trato das instituições públicas. O controle do ponto deve ser feito de forma eficiente e transparente”.

Para o MPMA, a falta de um sistema de controle eletrônico de jornada incentiva o descumprimento da carga horária para a qual os profissionais foram contratados e dificulta a prestação de um serviço público de qualidade.

É a mesma visão do magistrado que formulou a sentença. De acordo com ele, o fato de os servidores públicos, vinculados ao município, não se submeterem ao registro biométrico de jornada de trabalho, contribui para a ausência reiterada de profissionais e o atendimento deficiente da população. “O controle da jornada de trabalho não constitui medida sujeita à avaliação de conveniência e oportunidade, mas imposição da legalidade”, enfatiza.

Polícia Federal bate em Caxias e outras cidades em operação contra desvio de R$ 50 milhões do FUNDEB

Um vídeo que circula nas redes sociais nesta terça-feira (19) mostra o momento em que a Polícia Federal chega à casa do ex-prefeito de Caxias, Fábio Gentil, em mais um capítulo de uma operação que escancara o rastro de corrupção na educação pública do Maranhão.

A ação faz parte da Operação Lei do Retorno, que apura um esquema criminoso envolvendo o desvio de mais de R$ 50 milhões de recursos do FUNDEB, dinheiro que deveria ser investido na melhoria da educação básica. Ao todo, foram 45 mandados de busca e apreensão cumpridos em Caxias, São Luís, São José de Ribamar, Buriti Bravo, Presidente Dutra, Joselândia, no Maranhão, e Teresina, no Piauí.

Segundo a PF, a organização criminosa atuava entre os anos de 2021 a 2025, manipulando licitações fraudulentas, desviando recursos e devolvendo parte do dinheiro para servidores públicos envolvidos no esquema. Empresas de fachada, contratos simulados e lavagem de dinheiro fazem parte do arsenal criminoso descoberto pela investigação.

As suspeitas não param por aí: entre os alvos, estão pessoas físicas, jurídicas e servidores públicos, todos apontados como parte de um esquema que, além de saquear os cofres públicos, compromete o futuro de milhares de crianças e adolescentes que dependem de uma educação de qualidade.

Os crimes investigados são pesados: organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação e lavagem de dinheiro, que, somados, podem levar os envolvidos a até 52 anos de prisão.

A operação mostra, mais uma vez, como o desvio de verbas da educação ainda é prática recorrente em muitas prefeituras, onde grupos políticos se beneficiam de recursos que deveriam estar sendo aplicados em escolas, merenda, infraestrutura e valorização dos profissionais da educação.

A expectativa agora é que os nomes dos envolvidos sejam oficialmente divulgados pela Justiça, e que os responsáveis paguem por cada centavo desviado.

Orleans tira a diferença e empata com Braide, atesta Econométrica

Pesquisa da Econométrica, divulgada pela TV Mirante e pelo Portal Imirante, mostra que não há mais diferença entre os dois primeiros colocados na corrida pelo Palácio dos Leões 2026.

Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luís, que em consultas anteriores do mesmo instituto chegou a ter 3 vezes mais intenções de voto do que Orleans Brandão (MDB), secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, viu essa diferença derreter: hoje os dois estão tecnicamente empatados. O prefeito ludovicense em declínio e o secretário do municipalismo estadual em ascensão.

Hoje, de Braide para Orleans, 1,7% de diferença. A amostra admite oscilação de até 2,7 pontos percentuais, o que significa dizer que, na prática, não se pode afirmar com precisão qual dos dois está na dianteira. O dado mais significativo é que, da primeira rodada (dezembro de 2024) e a mais recente (agosto de 2025), enquanto Braíde oscilou de 30,4% para 31,3%, Orleans escalou de 11,9% para 29,6%, saindo do último dentre os 4 postulantes para empate técnico em primeiro.

No mesmo período, Lahésio Bonfim (Novo) oscilou para baixo, de 21,8% para 19,2%, enquanto Felipe Camarão (PT), que tinha 15,6%, despencou para 10,7%.

A Econométrica ouviu 1.305 pessoas em todo o Maranhão, entre 11 e 15 deste mês.

Contrato de R$ 128 milhões com empresa do Rio Grande do Norte atravessa gestões de Assis e Rildo em Imperatriz

O que deveria ser apenas um serviço essencial de limpeza urbana virou motivo de escândalo e desconfiança em Imperatriz. A empresa MB Limpeza Urbana, contratada pela Prefeitura para cuidar da coleta de lixo e manutenção da cidade, já recebeu quase R$ 129 milhões entre 2021 e 2025, atravessando as gestões de Assis Ramos e Rildo Amaral, sem interrupções ou explicações públicas convincentes sobre os altos valores pagos.

Com sede fora do Maranhão, no estado do Rio Grande do Norte, a empresa começou a atuar no município durante o mandato de Assis, mas foi na atual gestão que os repasses continuaram em ritmo acelerado, mesmo diante de críticas da população e da precariedade visível do serviço em vários bairros da cidade.

Segundo dados obtidos por investigação divulgada pelo blog do Joerdson Rodrigues, a soma total dos pagamentos à MB Limpeza Urbana chega a R$ 128.882.591,81. Em um momento de crise e instabilidade na administração municipal, o montante chama atenção e levanta suspeitas sobre prioridades e transparência no uso dos recursos públicos.

Valores pagos à MB Limpeza Urbana:

  • 2021 – R$ 16.119.200,35
  • 2022 – R$ 27.449.002,87
  • 2023 – R$ 32.103.379,92
  • 2024 – R$ 33.999.401,19
  • 2025 (até agora) – R$ 19.211.607,48

Total: R$ 128.882.591,81

Mesmo com cifras milionárias, o que se vê nas ruas de Imperatriz são entulhos, lixo acumulado e um lixão sem controle. A qualidade do serviço entregue não parece justificar tamanha despesa, e o contrato segue ativo, sem novas licitações ou revisões claras divulgadas pela Prefeitura.

A manutenção dessa parceria milionária, sem transparência ou melhoria significativa nos serviços, coloca a atual gestão contra a parede e acende o alerta: o que está por trás de tantos milhões pagos com dinheiro público?

Iracema Vale prestigia entrega do certificado de Patrimônio Natural da Humanidade aos Lençóis Maranhenses

Nesta sexta-feira (15), a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou da cerimônia de entrega do certificado de Patrimônio Natural da Humanidade ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O evento ocorreu no Parque das Dunas, em Barreirinhas, e reuniu autoridades estaduais e federais, entre elas o governador Carlos Brandão e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

A solenidade celebrou o reconhecimento concedido em julho de 2024, durante a 46ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em Nova Déli, na Índia. O título insere os Lençóis Maranhenses na lista de Patrimônios Mundiais Naturais, destacando-o como um bem de importância excepcional para toda a humanidade.

A chefe do Legislativo estadual, Iracema Vale, ressaltou a importância do momento para o protagonismo maranhense em nível nacional. “É um momento especial para o país. Trazer esse título para o Maranhão, para a região dos Lençóis, é motivo de muito orgulho. Este certificado reforça que o Maranhão é patrimônio do mundo”. enfatizou Iracema Vale.

Ecossistema singular

Durante a cerimônia, o governador Carlos Brandão lembrou das missões internacionais realizadas para defender a candidatura dos Lençóis. “Percorremos o mundo para mostrar que o Maranhão tem um dos ecossistemas mais ricos e singulares do planeta. Este título é um reconhecimento global e uma responsabilidade que assumimos de preservar e desenvolver de forma sustentável esta joia natural”, afirmou.

A ministra Marina Silva destacou o valor ambiental do parque. “O Brasil celebra mais um patrimônio mundial, que une biodiversidade, cultura e paisagem. É uma conquista que reforça o compromisso com a preservação ambiental e com as comunidades que vivem nesta região”, declarou.

Participaram também da cerimônia o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Oliveira Pires; a diretora e representante da UNESCO no Brasil, Marlova Noleto; o ministro André Fufuca; os senadores Weverton Rocha e Eliziane Gama; os deputados federais Aluísio Santos e Duarte Júnior.

Marcaram presença ainda os deputados estaduais Antônio Pereira, Florêncio Neto, Ana do Gás, Osmar Filho e Adelmo Soares; o secretário de estado de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão; a secretária de estado do Turismo do Maranhão, Socorro Araújo, entre outras autoridades.

Programação cultural

A cerimônia teve início às 14h com a apresentação do Bumba Meu Boi Pérola dos Lençóis. A abertura oficial ocorreu às 16h, seguida por uma série de shows com Anna Torres, Fabrícia e Banda, Tierry e Eric Land.

Despreparado, secretário de Educação de Arari grava vídeo lendo texto montado sobre a greve dos professores

A greve dos professores da rede municipal de Arari segue gerando grande repercussão, e agora quem tenta justificar o injustificável é o próprio secretário de Educação, Alexandre Alves. Após dias de silêncio, o gestor da pasta decidiu se pronunciar, mas o fez de forma lamentável: Nesta segunda-feira (18), ele resolveu gravar um vídeo visivelmente lendo um texto montado, sem demonstrar qualquer domínio da situação, o que só reforça o despreparo da gestão Simplesmente Maria.

A fala ensaiada e burocrática não trouxe nenhuma proposta concreta, nem respostas às reivindicações dos professores que lutam pela implementação do Plano de Cargos e Carreiras, aprovado pela Câmara de Vereadores desde dezembro do ano passado. Em vez de buscar o diálogo ou reconhecer a falha da prefeitura, o secretário optou por seguir a cartilha da prefeita: minimizar a greve e tentar jogar a responsabilidade para a gestão anterior e também a própria categoria.

Com nenhuma experiência anterior na área e sem qualquer habilidade de comunicação com os profissionais da educação, o secretário se tornou símbolo de uma gestão que não escuta, não negocia e não respeita seus servidores. O vídeo, que deveria ser uma tentativa de esclarecimento, virou mais um retrato do despreparo de quem ocupa um cargo técnico por conveniência política e não por competência.

Enquanto isso, cerca de 200 professores seguem em greve, cobrando o que é de direito e denunciando o abandono da educação pública em Arari. O silêncio da prefeita e a encenação do secretário só agravam ainda mais a crise.

A pergunta que fica é: até quando a educação de Arari será tratada com tamanho descaso?

Greve dos professores em Arari revela caos e despreparo da gestão de Simplesmente Maria em apenas 8 meses

Em apenas oito meses, a gestão da prefeita Simplesmente Maria já coleciona polêmicas, e a paralisação dos professores da rede municipal de Arari é mais um reflexo do caos administrativo. Desde esta semana, cerca de 200 servidores concursados da educação estão em greve, após todas as tentativas de negociação com a prefeitura fracassarem.

O motivo da insatisfação é antigo: a implementação de um Plano de Cargos e Carreiras aprovado pela Câmara de Vereadores em dezembro do ano passado, que até agora não teve efeito prático nos salários da categoria. Apesar dos professores manterem diálogo constante e concederem prazos à gestão, o último vencido em julho não foi atendido, demonstrando descaso da administração.

O impasse expõe também o completo despreparo do secretário de Educação, Alexandre Alves, que parece seguir cegamente as determinações da prefeita, sem apresentar soluções ou capacidade de negociação com os profissionais da educação.

No início de agosto, os professores já haviam realizado uma paralisação de advertência pelas ruas do centro da cidade, mas a situação só se agravou. Novas reuniões, incluindo a marcada para a última segunda-feira, terminaram sem acordo.

A TV Mirante repercutiu a greve neste sábado (16), mostrando o descontentamento da categoria e deixando claro que a gestão de Simplesmente Maria ainda não encontrou meios de resolver questões básicas da educação municipal. O cenário em Arari revela uma administração que, em poucos meses, demonstra falta de planejamento, diálogo e respeito com os servidores.