Gleydson Resende, ex-prefeito de Barão de Grajaú e agora candidato a deputado estadual pelo MDB, chama atenção pela evolução do patrimônio declarado à Justiça Eleitoral entre 2016 e a eleição atual.
Em 2016, antes de assumir a Prefeitura, Gleydson declarou possuir R$ 765 mil em bens. Na época, o patrimônio informado era formado por 85% das quotas da Construtora Resende Ltda., avaliadas em R$ 765 mil.
Na declaração apresentada agora, o patrimônio chega a R$ 2.369.281,26. A diferença ultrapassa R$ 1,6 milhão em relação ao que havia sido declarado antes de assumir a Prefeitura.
A nova declaração reúne consórcios no Banco do Brasil e no Bradesco, além de duas Toyota Hilux. Somados, os bens declarados chegam a mais de R$ 2,3 milhões.
A comparação, por si só, não aponta qualquer irregularidade. Mas levanta uma pergunta que pode ser feita por qualquer eleitor, quanto cresceu o patrimônio de Gleydson Resende durante o período em que exerceu o mandato de prefeito?
Os dados estão registrados na Justiça Eleitoral e são públicos. Agora, a discussão fica aberta ao eleitor, vale mesmo a pena ser prefeito de um município com cerca de 15 mil eleitores?