A prefeita de Arari, Maria Alves Muniz, popularmente conhecida como Simplesmente Maria resolveu mesmo subestimar a inteligência do povo arariense. Um Ofício circular nº 109/2026, datada da última quarta-feira, 10, e assinado pela prefeita, foi distribuído nas Secretarias e órgãos municipais determinando a suspensão despesas consideradas básicas, como água, lanches e apoio a eventos institucionais, sob a justificativa de garantir o equilíbrio financeiro e promover uma reorganização administrativa.

O que chama atenção, porém, é que o próprio demonstrativo de distribuição de arrecadação aponta que o município movimentou mais de R$ 10,9 milhões em receitas no período compreendido entre 12 de maio e 12 de junho de 2026, incluindo recursos do FPM, ICMS, Fundeb e Fundo Municipal de Saúde.

Diante desse cenário, surge uma pergunta inevitável, se a situação financeira exige o corte de despesas, por que contratos milionários continuam sendo celebrados pela administração?
Recentemente, a Prefeitura de Arari firmou um contrato de R$ 2.356.551,29 com uma empresa de Santa Catarina para prestação de serviços de consultoria especializada voltada à recuperação de créditos tributários e previdenciários.
Maria Alves acumula uma série de denúncias e investigações sobre a gestão dos recursos públicos municipais em tão pouco tempo a frente da prefeitura.