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Sanguessuga: O ex-prefeito de Presidente Juscelino deixou obras inacabadas e sem ambulância na cidade; veja o carro que era usado no transporte de pacientes

O antigo prefeito de Presidente Juscelino, Afonso Celso, deixou no município várias obras inacabadas. De acordo com os moradores, escolas e postos de saúde ficaram abandonados faz tempo. O ex-prefeito administrou o município de 2013 a 2016 e foi considerado um dos piores gestores que a cidade já teve. A prova disso foi que ele está inelegível e tenta emplacar a mulher, porém a população já conhece a tática. Mas é importante ressaltar o legado deixado pelo ex-gestor!

O mandato de Celso Afonso foi marcado por abandono e descaso com a coisa pública. Ele entregou a prefeitura com diversas dívidas, além do patrimônio público deteriorado, entre eles, escolas, postos de saúde, praças e veículos e o mais agravante sem ambulância.

A destruição foi tão devastadora na administração do ex-prefeito que nem a ambulância sobreviveu ao impacto devorador e faminto dos envolvidos na administração publica municipal de Presidente Juscelino.

No final do governo era normal ver a única ambulância que restou em “Sem condições de ser utilizada”, a circular pelas ruas, com pneus, praticamente, sem condições de ser utilizado na ambulância, portas caindo, como de uma que era amarrada com cordas, sem farol etc.

A solução encontrada foi transportar a paciente em um veículo comum, uma L200 sendo todos apertados no banco de trás e sem nenhuma condição adequada de acordo com as normas de saúde

A reportagem do SlzMa entrou em contato com um profissional condutor, socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para esclarecer a estrutura do veiculo que era usado pela prefeitura de Presidente Juscelino no transporte de pacientes.

Segundo ele, o veiculo oferecido foge dos protocolos de saúde como determina as normas. Ele complementou que o veículo não tem condições de carregar pacientes com trauma. “Foge do protocolo”. “Nesse caso um paciente com remoção com gravidade, correria um grande risco de vida”, disse o condutor socorrista.

Este é o triste balanço da gestão, velha, arbitrária e sem limites, sem diálogo e sem noção.

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