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Farra com dinheiro público em Alcântara faz Procuradoria Geral de Justiça apurar licitação de R$ 2,6 milhões

Administrada pelo padre William, a Prefeitura de Alcântara entra mais uma vez na mira da Procuradoria Geral de Justiça do Maranhão (PGJ-MA) por fortes indícios de irregularidades em licitação milionária.

Desde o ano passado, o Executivo Municipal vem se tornando alvo de inquéritos criminais que apuram ilegalidades em processos licitatórios que visam locação de veículos, fornecimento de materiais de expediente, limpeza, copa e cozinha, de kits escolares, de material hospitalar, laboratorial e odontológico e escritórios de advocacia e contabilidade (reveja aqui, aqui e aqui).

No dia 1º de fevereiro de 2022, o Parquet voltou a mirar a gestão do Padre William e abriu um novo Procedimento Investigatório Criminal (PIC), agora para apurar a compra de gêneros alimentícios pelo valor R$ 2.657.350,10 milhões.

As investigações estão em trâmite na Assessoria Especial de Investigação dos Ilícito Praticados por Autoridades com Prerrogativa de Foro pelo Exercício de Função Pública da PGJ, sob a coordenação do promotor de Justiça Pedro Lino Silva Curvelo.

O PIC foi instaurado na Procuradoria após declínio de atribuições promovido pela Promotoria de Justiça de Alcântara e motivado pela necessidade dar seguimento na apuração com o fito de levantar as provas necessárias para instauração de eventual ação penal pública ou promover o arquivamento dos fatos.

O inquérito tem 90 dias para ser concluído.

Neto Ferreira

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