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ELEIÇÕES 2024: Instituto fundo de quintal fabrica falsa pesquisa para tentar enganar o eleitor de São Benedito do Rio Preto (MA) e favorecer o ex-prefeito inelegível

Uma pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto BMO sobre a corrida eleitoral de
2024 na cidade de São Benedito do Rio Preto está gerando polêmica e desconfiança entre os moradores e políticos locais. Segundo o levantamento, o ex-prefeito inelegível Maurício Fernandes (sem partido) teria 51,1% das intenções de voto, contra 31% do atual prefeito Wallas Rocha (PSC).

No entanto, a pesquisa apresenta diversos problemas que comprometem sua
validade e confiabilidade. O instituto não informou a data de registro da pesquisa, nem o contratante, nem o nível de confiança, nem a margem de erro, conforme determina a legislação eleitoral. Todo instituto de pesquisa cuja atividade principal é realmente a pesquisa científica de campo, que não é o caso da BMO, preza pela isenção, seriedade e responsabilidade. Mas a BMO carece muito de credibilidade no mercado maranhense tendo em vista que já responde
a inúmeros processos na justiça eleitoral por fraude e manipulação de resultado
de pesquisa no Estado.

Além disso, o histórico de erros desse instituto nas eleições é gigantesco. Em
2016, por exemplo, na cidade do Codó, a BMO dava como certa, por boa margem, a derrota do então candidato Francisco Nagib, que acabou sendo eleito com ampla vantagem. Em 2018, o mesmo polêmico instituto cravava que o candidato a senador Sarney Filho teria uma das duas vagas no Senado Federal, mas o resultado foi bem diferente: os eleitos foram os candidatos do grupo Flávio Dino, Weverton Rocha e Eliziane Gama.

Nas eleições estaduais de 2018, a BMO “elaborou” uma pesquisa que foi alvo de
ação judicial junto ao TSE, pois era o único instituto que previa segundo turno para governador. Não fosse a ação judicial, a BMO teria passado por mais um vexame histórico. Esses são apenas alguns dos diversos exemplos de falhas grosseiras, além da margem de erro.

É possível acreditar em uma pesquisa na qual o instituto responde judicialmente
por manipulação e cujo dono da empresa estava com um adesivo do candidato na cozinha do mesmo no dia de sua convenção? Talvez essa pesquisa tenha sido realizada na cozinha do prefeito. E não se deixe enganar, outras pesquisas de institutos de cozinha virão para corroborar a ilusão que estão tentando criar em São Benedito.

Outro fator que chama a atenção na pesquisa é o alto índice de positividade numérica, contraditório com outra fonte mais segura: a verdade que se escuta nas ruas. Por exemplo, a pesquisa afirma que Maurício Fernandes teria 51,1% das intenções de voto, justamente ele que deixou sua marca de corrupção e um histórico de desastres administrativos e descontentamento geral da população. Veja no vídeo abaixo:

Acrescente-se a isso o fato de que a pesquisa apresenta indícios de manipulação e tendenciosidade em favor de Maurício Fernandes. O ex-prefeito é alvo de diversas denúncias e processos por irregularidades em sua gestão, como fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. Ele também teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Além disso, é suspeito de montar um esquema de empresas fantasmas para participar de licitações no município.

Portanto, com tantos escândalos presentes na memória do povo sambeneditense, é improvável que ele tenha uma popularidade tão alta entre os eleitores.

Outro fator que chama a atenção é a rejeição de Wallas Rocha, que seria de
61,3%, mas essa taxa é muito diferente da apurada nas eleições de 2020, quando ele foi eleito com 50,65% dos votos válidos.

Hoje, ele desenvolve um trabalho de reconstrução e regularidade nas contas públicas do município, tendo a maior nota da história de SBRP no TCE-MA, 8,96.

Wallas tem feito uma administração pautada e reconhecida na gestão de eficiência fiscal e modelo de transparência. Ele é o prefeito da 1ª Creche da cidade, das quadras reformadas, do 1º Estádio de futebol, dos pisos salariais dos enfermeiros e acima do teto para os professores, sendo o primeiro prefeito a promover essas ações na
região do Alto Munim.
Vídeo 2:


Diante desses fatos, a pesquisa eleitoral do instituto BMO não merece credibilidade e deve ser vista com cautela pelos cidadãos. Essa pesquisa pode ter sido encomendada por interesses políticos ou econômicos para favorecer Maurício Fernandes e prejudicar Wallas Rocha.

Uma prática já muito conhecida que pode configurar crime eleitoral e deve ser investigada pelas autoridades competentes.

Por isso, é importante que os eleitores se informem sobre as fontes e os métodos das pesquisas eleitorais e não se deixem influenciar por dados falsos ou manipulados. Assim, eles poderão exercer seu direito de voto com consciência e responsabilidade.

Essa prática pode configurar crime eleitoral, conforme previsto no artigo 33 da
Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Por isso, é fundamental que os meios de comunicação e os órgãos competentes fiscalizem e divulguem as pesquisas com responsabilidade e ética, garantindo que elas sejam realizadas com rigor metodológico e respeito à legislação vigente.

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