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ALCÂNTARA – Ministério Público obriga prefeito a realizar concurso público e acabar com contratações temporárias

Após Ministério Público do Maranhão (MPMA) pressionar a realização de concurso público pela administração municipal de Alcântara, o prefeito Nivaldo Araújo anunciou concurso público para a cidade. Os três anos da gestão de Nivaldo,  se destacam mais pela falta de ação do que por qualquer avanço palpável. A ausência de iniciativas cruciais, como a realização de concursos públicos, é um sintoma gritante da ineficiência técnica que permeia a administração municipal.

Nesta quinta-feira, (08), o prefeito anunciou por meio das redes sociais a realização do certame. A decisão de realizar o concurso público vem após uma série de investigações e recomendações por parte do Ministério Público, que identificou irregularidades nos processos de contratação de pessoal da prefeitura. A atuação do MP foi fundamental para pressionar o prefeito a adotar medidas concretas para resolver a questão e garantir a legalidade e a transparência nas contratações.

A realização do concurso público também representa uma vitória para a população de Alcântara, que há tempos reivindicava a realização de um processo seletivo justo e transparente para o preenchimento de vagas na administração municipal. Agora, com a decisão anunciada pelo prefeito, os cidadãos terão a oportunidade de concorrer a cargos públicos de forma democrática e igualitária.

O próximo passo será a elaboração do edital do concurso, que deverá definir o número de vagas, os cargos disponíveis, os requisitos para participação e todas as informações necessárias para os interessados em participar do processo seletivo. A prefeitura se comprometeu a realizar o concurso de forma transparente e imparcial, garantindo a lisura em todas as etapas do processo.

As promessas de “Novos Rumos” para Alcântara se mostram vazias diante da realidade de uma administração marcada pela inércia e pela falta de visão. Enquanto o prefeito se limita a reagir às pressões externas e procrastinar as mudanças necessárias, a cidade sofre as consequências de uma liderança hesitante e desprovida de liderança efetiva.

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