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Mulheres denunciam atendimento precário na casa da mulher brasileira

Humilhações, xingamentos, violência física e sexual, depois de todo esse tormento, na tentativa de se libertar e de conseguir justiça, vítimas buscam amparo na Casa da Mulher Brasileira – CMB, mas não encontram bem o que procuravam. E agora? A quem recorrer?

No Maranhão, a CMB foi inaugurada em 2017, localizada na avenida Professor Carlos Cunha, nº 572, bairro Jaracaty, na capital. Desde a inauguração, a casa já realizou mais de 290 mil atendimentos e recebe média de 400 pedidos de medida protetiva por mês.

Mesmo com todo esse trabalho que vem sendo realizado, alguns problemas ainda existem. Exemplo disso são as denúncias recebidas por essa página de mulheres que buscaram proteção e orientação na CMB, mas se frustaram com o que receberam e ainda seguem precisando de apoio.

As identidades das vítimas foram mantidas em anonimato.

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Quem precisa de atendimento na CMB, precisa ter paciência. A espera por atendimento tem deixado as vítimas descontentes. Além disso, outra reclamação é a demorada espera para se falar com a delegada titular. Mulheres denunciaram ao SlzMa na tarde desta terça-feira, 30, que outras mulheres foram embora sem atendimento, depois de mais cinco horas de espera pela delegada que saiu para o almoço as 12h até às 16h não tinha voltado.

Tentamos um contato com CMB, mas não tivemos respostas até o momento.

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